levantamento do DIAP, publicado em 25 de setembro, aponta Carlos Muniz Filho(PSDB) candidato a deputado federal e Neto Coelho(PDT) a estadual competitivos na disputa por uma vaga
Da redação*
Deputado Federal — 39 vagas
O levantamento do DIAP, publicado em 25 de setembro, trabalha com faixas de vagas por partido e identifica os candidatos considerados mais competitivos. Para o PDT, a projeção é de 1 a 2 vagas, tendo Félix Mendonça Júnior e Paulo Cezar entre os nomes relacionados pelo instituto.
Carlos Muniz (PSDB), portanto, deve ser analisado dentro da chapa PSDB/Cidadania, cuja faixa indicada pelo DIAP é de 1 a 2 vagas. O instituto relaciona Adolfo Viana e Débora Santana nessa faixa, mas sua metodologia ressalta que a ausência de um candidato da relação não significa necessariamente derrota.
Assim, eu colocaria Carlos Muniz como nome a ser acompanhado na disputa pelas vagas da federação PSDB/Cidadania, sem classificá-lo como eleito ou derrotado antecipadamente.
Deputado Estadual — 63 vagas
Neto Coelho entra diretamente na análise do PDT.
Uma projeção publicada em junho apontou o PDT na faixa de 5 a 6 cadeiras na Assembleia e colocou Neto Coelho na disputa por uma dessas vagas, ao lado de outros nomes da legenda.
Além disso, o próprio PDT informou, na convenção de julho, que montou uma chapa com 50 candidatos a deputado estadual e 40 candidatos a deputado federal.
Portanto, para a projeção do DIAP:
Um ponto especialmente relevante: não devemos confundir a projeção de cadeiras por partido com uma lista fechada de eleitos. O próprio DIAP alerta que seu estudo é um prognóstico de competitividade e está sujeito a imprecisões e surpresas.
NOTA!
DIAP significa Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.
É uma entidade criada em 1983, em Brasília, que acompanha a atuação do Congresso Nacional e produz estudos sobre o cenário político e parlamentar brasileiro.
No caso da projeção que mencionei, o DIAP utiliza diversos fatores para estimar quais candidatos têm maior competitividade, como:
desempenho eleitoral anterior;
força e estrutura dos partidos e federações;
candidatos à reeleição;
votação histórica das legendas;
capacidade eleitoral dos candidatos;
formação das chapas;
pesquisas e informações disponíveis no período.
Importante: a projeção do DIAP não é uma pesquisa eleitoral registrada no TSE e não significa que os candidatos apontados serão necessariamente eleitos. É um prognóstico técnico de competitividade.
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