DEPOIS DO FIASCO NAS URNAS, ADOECEU? Leila do Vôlei pede licença médica do Senado e não retornará ao mandato

Lulopetismo a pique? — Leila Barros pede licença médica por 120 dias após derrota nas urnas e deixa o Senado antes do fim do mandato


. Foto: Andressa Anholete/Agência Senado • Andressa Anholete/Agência Senado

Da redação*


A senadora Leila Barros (PDT-DF), conhecida como Leila do Vôlei, pediu licença do Senado Federal por 120 dias, alegando a necessidade de “cuidar da saúde e de assuntos particulares”. Com o afastamento, que vai até o fim de janeiro, a parlamentar não deverá retornar ao exercício do mandato, que se encerra em 31 de janeiro de 2027.


A decisão ocorre apenas dois dias após a eleição para o Senado no Distrito Federal, na qual Leila terminou na terceira colocação, com 21,25% dos votos válidos, e não conseguiu renovar o mandato.


As duas vagas do DF foram conquistadas por Michelle Bolsonaro (PL), que obteve 29,05%, e Bia Kicis (PL), com 27,44% dos votos.


Licença sem remuneração


Segundo as informações divulgadas, Leila justificou o afastamento pela necessidade de cuidar da saúde e de assuntos particulares. O período de licença é de 120 dias e ocorre sem remuneração.


Com a saída temporária da titular, a primeira suplente, Leany Lemos (PSB-DF), assumiu a cadeira no Senado. A própria TV Senado confirmou a posse de Leany na vaga nesta terça-feira (6).


O perfil oficial de Leila Barros no Senado também registra a parlamentar como “fora de exercício”, enquanto Leany Lemos aparece como primeira suplente em exercício.


Derrota eleitoral encerra ciclo no Senado


Leila Barros exerce mandato no Senado desde 2019 e permaneceria formalmente no cargo até 2027. Entretanto, com a derrota na eleição deste ano e a licença solicitada até o fim de janeiro, sua atuação na Casa chega ao fim antes da posse da nova legislatura.


A parlamentar, que construiu sua trajetória pública inicialmente ligada ao esporte, especialmente ao vôlei, deixa o Senado após não conseguir uma das duas vagas colocadas em disputa no Distrito Federal.


A licença médica ocorre em um momento politicamente significativo, logo após o resultado eleitoral. A justificativa oficial apresentada pela senadora, porém, é a necessidade de cuidar da saúde e de assuntos particulares.

 

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