O Irã afirmou nesta segunda-feira, 4, ter disparado dois mísseis contra uma fragata da Marinha dos Estados Unidos que se aproximava do Estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias iraniana Fars.
“A fragata, que navegava no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira, violando as normas de navegação e segurança marítima perto do porto de Yask, foi alvo de um ataque com mísseis após ignorar um aviso da Marinha do Irã”, escreveu a Fars, sem citar fontes.
O Exército dos EUA, no entanto, negou que qualquer um de seus navios tenha sido atingido na região. “Nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido. As forças americanas estão apoiando o Projeto Liberdade e mantendo o bloqueio naval aos portos iranianos”, afirmou o Comando Central dos EUA em publicação no X.
Mais cedo, as Forças Armadas do Irã ameaçaram atacar militares americanos que se aproximassem de Ormuz.
“Advertimos que qualquer força armada estrangeira - especialmente as agressivas forças militares dos EUA - será alvo de ataques se tentar se aproximar ou entrar no Estreito de Ormuz”, afirmou o general Alí Abdollahi, chefe do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, em comunicado divulgado pela emissora estatal iraniana Irib News.
“Temos afirmado reiteradamente que a segurança do Estreito de Ormuz está sob o controle das Forças Armadas da República Islâmica do Irã e que, em qualquer circunstância, qualquer passagem segura deve ser coordenada com essas forças”, acrescentou.
Trump afirmou que a nova operação marítima, à qual deu o nome de “Projeto Liberdade”, seria um gesto “humanitário” para as tripulações dos numerosos navios presos pelo bloqueio na via marítima, que podem estar ficando sem alimentos e outros suprimentos essenciais.
Segundo as Forças Armadas dos EUA, a iniciativa poderá envolver destróieres de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves e 15 mil militares. A corporação não especificou que tipo de assistência seria prestada.
Fonte: Estadão com informações da AFP e da AP
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