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Por Taciano Medrado*
Por Taciano Medrado*
Muito além da imagem estigmatizada de terra seca e castigada pela estiagem, a Caatinga é um ecossistema singular, que pulsa vida, adaptação e beleza. É nela que espécies únicas da fauna e da flora encontram equilíbrio, mesmo diante de condições climáticas extremas. Mandacarus que florescem sob o sol escaldante, umbuzeiros que guardam água na raiz e animais que aprenderam a sobreviver onde muitos imaginam não haver vida.
No Vale do São Francisco, especialmente em cidades como Juazeiro e Petrolina, a Caatinga não é apenas cenário — é protagonista. É fonte de sustento, de cultura, de inspiração e de resistência. Está presente na música, na culinária, na literatura e no modo de viver do sertanejo.
No entanto, apesar de sua importância, a Caatinga segue sendo um dos biomas mais ameaçados do país. O desmatamento, a exploração predatória e a falta de políticas públicas eficazes colocam em risco esse patrimônio natural que é, ao mesmo tempo, frágil e resiliente.
Celebrar o Dia Nacional da Caatinga é mais do que uma homenagem: é um chamado à consciência. Preservar esse bioma é preservar nossa história, nossas raízes e o futuro das próximas gerações.
Que o 28 de abril não seja apenas uma data simbólica, mas um marco de reflexão e compromisso com a vida que brota no chão seco do sertão.
(*) Professor, Engenheiro Agrônomo e redator chefe do TMNews do Vale
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