Segundo informações divulgadas pelo portal UOL, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), afirmou que não pode acusar formalmente Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de ter recebido recursos oriundos do esquema de desvios envolvendo aposentadorias.
No entanto, o parlamentar destacou que uma testemunha ouvida no âmbito da comissão declarou que Lulinha recebia uma mesada de aproximadamente R$ 300 mil, paga pelo lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores das supostas fraudes investigadas.
Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Carlos Viana afirmou que houve obstáculos às investigações no que diz respeito ao aprofundamento das apurações sobre o caso.
“O governo blindou e nos impediu de quebrar o sigilo fiscal dele”, declarou o senador.
A quebra de sigilo fiscal e bancário de Lulinha chegou a ser aprovada no âmbito da CPMI. Entretanto, a medida foi posteriormente suspensa por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso segue em investigação e deve continuar gerando repercussão no cenário político nacional, especialmente diante das discussões sobre a atuação da CPMI e os limites das decisões judiciais que impactam diretamente os trabalhos da comissão.
(*) Redação do TMNews do Vale
Não
deixe de curtir nossa página www.profesortacianomedrado.com e no Facebook e também Instagram para
acompanhar mais notícias do TMNews do Vale (Blog do professor TM)
Envie
informações e sugestões para o TMNews do Vale
pelo e-mail: tmnewsdovale@gmail.com



Postar um comentário