O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,18% frente ao real, cotado a R$ 5,18, repetindo o menor patamar em 21 meses. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando leve alta de 0,03%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação dos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos (Payroll) mais fortes do que o esperado, pela continuidade do fluxo de capitais em direção aos mercados emergentes e pelo desempenho com recorde intradia do Ibovespa.
No exterior, o dólar comercial se fortaleceu frente às moedas globais com a divulgação do Payroll, o principal dado do mercado de trabalho dos EUA. O resultado indicou a criação de 130 mil vagas de emprego em janeiro, acima do esperado pelo mercado, enquanto a taxa de desemprego caiu a 4,3%. Segundo a agência Reuters, o cenário fez com que as apostas pela manutenção da taxa de juros na próxima reunião do FOMC — o Copom do país — subissem para 95% na manhã desta quarta-feira (11).
De acordo com analistas do setor, o ambiente externo segue favorável aos países emergentes, com a continuidade de um relevante fluxo de capitais em direção a ativos de maior retorno — movimento que segue beneficiando o real devido ao diferencial de juros da Selic, mesmo com o Payroll mais forte nos EUA.
No cenário doméstico, o real ganhou força frente ao dólar com o desempenho positivo do Ibovespa, que voltou a renovar o recorde intradia acima dos 190 mil pontos. Para analistas do setor, o desempenho do índice reforça a percepção do apetite a risco e mostra que o mercado tratou o relatório estadunidense (Payroll) como insuficiente para reverter a tendência de rotação global, permitindo que o real mantivesse força frente ao dólar.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,32%, cotado a R$ 6,15.
Fonte: Brasil 61
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