Olá carissimo,
Vou começar esse Papo Solto com o professor, transcrevendo a nota do governo Lula sobre a captura do ditador Maduro.
“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.” (Nota do governo Lula).
Mais uma vez, o presidente Lula tenta vestir o governo com as cores da nação para justificar uma posição que não representa o sentimento majoritário do povo brasileiro. Ao condenar a captura de Nicolás Maduro, Lula não fala em nome do Brasil, fala em nome do Lula 3, de sua política externa ideologizada e de alianças que ignoram fatos, vítimas e a realidade concreta da Venezuela.
O Brasil não é cúmplice de ditaduras. O povo brasileiro, que conhece na pele o peso da inflação, do desemprego e da corrupção, não aplaude regimes que prendem opositores, silenciam a imprensa e manipulam eleições. A Venezuela de Maduro não é uma abstração geopolítica: é um país marcado pelo êxodo de milhões, pela miséria generalizada e pela supressão sistemática das liberdades individuais.
Quando Lula condena a captura de Maduro, ele tenta transformar uma opinião de governo em uma posição nacional. Isso é desonesto. O Brasil é plural, democrático e crítico. E a maioria dos brasileiros não se reconhece na defesa de um ditador que se sustenta no autoritarismo e na força.
Ao longo da história recente, Lula insiste em relativizar ditaduras “amigas”, enquanto cobra democracia apenas de governos ideologicamente adversários. Essa seletividade moral enfraquece a credibilidade do Brasil no cenário internacional e compromete o discurso de defesa dos direitos humanos, que deveria ser universal, e não condicionado à afinidade política.
Portanto, é preciso deixar claro: não é o Brasil que condena a captura de Maduro. É o governo Lula 3, preso a uma visão ultrapassada, incapaz de reconhecer que apoiar ditadores nunca foi, e nunca será, sinônimo de soberania, justiça ou compromisso com os povos.
(*) Redação TMNews do Vale
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