Lula se junta aos líderes de países comunistas em apoio ao ditador Maduro capturado pelos EUA


Por: Taciano Medrado*

Mais uma vez, a política externa do governo Lula escolhe o lado errado da História. Diante da notícia que corre o mundo sobre a captura de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, o presidente brasileiro opta por alinhar-se ao bloco de países de orientação comunista que, em vez de defenderem a democracia e os direitos humanos, preferem proteger um regime acusado de autoritarismo, repressão e colapso institucional.

Enquanto nações democráticas veem na queda, ou no enfraquecimento, do regime venezuelano uma oportunidade de reconstrução política e humanitária, Lula insiste em um discurso que relativiza abusos, ignora denúncias internacionais e trata ditadores como “companheiros ideológicos”. Não é a primeira vez. O histórico de complacência do petista com Maduro revela uma visão ultrapassada, presa a alianças ideológicas do século passado, que nada têm a ver com os interesses do povo brasileiro.

Segundo informações da Agência Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Lula condenou a ação militar e cobrou uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula, por meio das redes sociais.

Em outro trecho, o presidente reforçou a linha ideológica de seu posicionamento:

“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”

O discurso, no entanto, ignora um ponto central: a Venezuela de Maduro não é uma democracia plena, mas um país marcado por eleições contestadas, perseguição a opositores, censura à imprensa e uma crise humanitária que expulsou milhões de cidadãos para países vizinhos. Defender a “soberania” de um regime que oprime seu próprio povo é, no mínimo, uma contradição moral.

Ao se juntar ao coro de países comunistas que condenam a ação norte-americana e blindam Maduro, Lula contribui para o isolamento diplomático do Brasil e compromete a credibilidade do país como defensor da democracia e dos direitos humanos. O Brasil, que já foi protagonista respeitado no cenário internacional, hoje parece preferir a fidelidade ideológica à coerência política.

A História costuma ser implacável com líderes que escolhem proteger ditadores em vez de defender valores universais. E, mais uma vez, Lula faz sua escolha, não ao lado da liberdade, mas ao lado de um regime que simboliza tudo aquilo que a democracia deveria combater.

(*) Redação TMNews do Vale 

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