Cai mais um ditador: Presidente dos EUA anuncia captura de Maduro e sua mulher

 


Por: Taciano Medrado*

Olá carissimos,

Finalmente aconteceu o que já  era iminente. A queda de mais um ditador comunista no mundo - Nicólás Maduro da Venezuela.  Um pancada muito forte na esquerda do mundo.

A política internacional amanhece sob impacto de um anúncio que, se confirmado nos fatos e no tempo, marca um divisor de águas na história recente da América Latina: a suposta captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos. A notícia corre o mundo como um terremoto político, simbólico e geopolítico, sobretudo para um continente cansado de autoritarismos travestidos de “projetos populares”.

Maduro não é apenas um chefe de Estado em crise. É o rosto de um regime que, ao longo dos anos, esmagou instituições, perseguiu opositores, calou a imprensa e empurrou milhões de venezuelanos para o exílio, a fome e o desespero. Sua permanência no poder sempre foi sustentada menos pelo voto livre e mais pelo medo, pela repressão e por alianças convenientes com ditaduras e organizações questionadas internacionalmente.

A eventual queda de Maduro representa mais do que o fim de um governo: simboliza o colapso de uma narrativa. Durante anos, setores ideológicos insistiram em romantizar o chavismo como resistência ao “imperialismo”, enquanto ignoravam prisões arbitrárias, eleições fraudadas e um país rico em petróleo transformado em ruínas sociais. A realidade, porém, sempre falou mais alto do que o discurso.

Também é inevitável o debate sobre o papel dos Estados Unidos. Para uns, trata-se de intervenção; para outros, de uma ação tardia diante de crimes que extrapolam fronteiras, como narcotráfico, corrupção internacional e violações sistemáticas de direitos humanos. Seja qual for a leitura, o fato é que ditadores raramente caem sozinhos, caem quando o cerco político, econômico e moral se fecha.

Se confirmada, a captura de Maduro ecoa como um aviso claro a outros regimes autoritários: o poder não é eterno, e a impunidade tampouco. A história mostra que ditadores costumam cair de forma abrupta, quase sempre quando acreditam estar no controle absoluto.

Resta agora à Venezuela a parte mais difícil: reconstruir-se. A queda de um ditador não garante automaticamente democracia, prosperidade ou justiça. Mas abre uma porta que esteve trancada por décadas. Cabe ao povo venezuelano, e à comunidade internacional, garantir que, dessa vez, o futuro não seja sequestrado novamente por falsas promessas e líderes messiânicos.

Quando um ditador cai, não é apenas um homem que perde o poder. É um sistema de mentiras, medo e opressão que começa a ruir. E isso, por si só, já é uma vitória histórica.

Por fim, os EUA, velho conhecido em destronar ditadores como:  Muammar Gaddafi, Bin Ladin, Sadan Hussein, e agora Maduro pra engrossar a fila,  mais  uma vez deixa um recado para aqueles que se arvorarem assumir a posição de ditador:  saibam que terão vida curta.

Quem sabe, Lula não manda o exercito de militontos Lulopetistas se armarem para invadir os EUA pra libertar o "camarada"(risos).

(*) Professor e analista político

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