"CAMINHADA DA LIBERDADE" DESESPERA E INCOMODA OS LULOPETISTAS COMUNISTAS


A caminhada promovida pelo deputado Nicolas Ferreira se transformou em uma gigantesca manifestação democrática pra desespero da esquerda lulopetistas comunistas 

Por: Taciano Medrado*

A chamada “caminhada da liberdade”, encabeçada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), atingiu nesta sexta-feira (23) a marca de 150 quilômetros percorridos em seu quinto dia. O trajeto, que liga Paracatu (MG) a Brasília, totaliza 240 km e segue pela BR-040, consolidando-se não apenas como um ato simbólico, mas como uma demonstração concreta de resistência, perseverança e mobilização popular.

O que começou como uma simples caminhada política ganhou proporções inesperadas e se converteu em uma das mais expressivas manifestações populares recentes. Nicolas Ferreira tomou sua peregrinação pelas estrada em defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro e  cada metro percorrido, a adesão crescia. Cidadãos comuns, apoiadores e políticos se juntavam espontaneamente, transformando o ato em um verdadeiro termômetro do sentimento popular. Não houve aparato estatal, máquina pública ou militância profissional bancada por sindicatos. Houve povo. Houve engajamento real. Houve vontade de participar da vida política do país.

O crescimento do movimento causou evidente desconforto na esquerda lulopetista, acostumada a se autoproclamar representante exclusiva da democracia. O que se viu, no entanto, foi justamente o contrário: a democracia viva, plural e pulsante, expressa por cidadãos que pensam diferente e que não se curvam à narrativa hegemônica.

O desespero dos setores mais radicalizados da esquerda ficou claro nas tentativas de desqualificar o ato, minimizar os números e atacar o líder político. Quando faltam argumentos, sobra gritaria e foi isso que o  Lulopetista Lindbergh Farias tentou fazer e foi ridicularizado em redes sociais quando tentou acionar a PF para impedir o prosseguimento da "caminhada da liberdade" alegando risco de segurança nas estradas. A velha militância vermelha reage com intolerância e rótulos, chamando de “ameaça” aquilo que nada mais é do que participação popular e  democrática. 

Mas como era de se esperar, os Lulopetistas contam sempre com o suporte do todo poderoso ministro do STF apelidado de 3O,s - Onipotente, Onisciente e Onipresente, Alexandre de Moraes que nessa sexta-feira(23) decidiu em mais uma canetada impedir a realização de um ato bolsonarista previsto para este fim de semana em Brasília (DF).

A caminhada de Nicolas Ferreira escancarou uma verdade incômoda para o lulopetismo: existe um Brasil que não se identifica com o projeto de poder da esquerda, que rejeita o autoritarismo disfarçado de discurso social e que exige respeito às liberdades individuais, à opinião divergente e ao direito de manifestação.

No fim das contas, o episódio deixou uma lição clara: democracia não é monopólio ideológico. Democracia é o povo na rua, na estrada ou onde quer que seja, se expressando livremente, mesmo quando isso provoca pânico em quem sempre usou das manifestações como estratégia  para seus interesse,  mas perdeu a capacidade de ouvir a sociedade e respeita o Estado Democrático de Direito.

(*) Professor, redator chefe do TMNews do Vale e analista político

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