Bolsonaro inicia fisioterapia e muda medicação para soluços, diz boletim

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou o processo de fisioterapia e mudou a medicação para melhoras os soluços, segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star.

Bolsonaro começou sua reabilitação com fisioterapia, mas segue em cuidados pós-operatórios. O ex-presidente passou ontem por uma operação de hérnia inguinal bilateral e segue internado no hospital DF Star.

Equipe médica realizou ajustes das medicações para soluço e para doença do refluxo gastro-esofágico. Além disso, Bolsonaro também iniciou "medidas farmacológicas para prevenção de trombose". Não há previsão de novos exames complementares ou procedimentos para hoje.

Segundo o cirurgião de Bolsonaro, Cláudio Birolini, não houve nenhuma intercorrência. "Ele tomou a anestesia geral, mas já acordou e está no quarto", explicou o médico à imprensa.

Os médicos avaliam novo procedimento contra o soluço. Eles estudam anestesiar o nervo que controla o diafragma. A medida será tomada se a nova medicação não surtir efeito.

Existe a preocupação com os efeitos colaterais. A intervenção pode dificultar a respiração de Bolsonaro. A decisão sobre o procedimento vai ocorrer no final de semana e uma eventual anestesia do nervo do diafragma seria feita na segunda-feira.

Visitas a Bolsonaro

Filha mais velha de Michelle, Leticia Marianna Firmo da Silva foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federa), a visitar o padrasto no hospital. A enteada é bastante ligada ao ex-presidente. Ela o visitava quase todos os dias durante o período de prisão domiciliar.

Além da enteada, Bolsonaro pode receber visitas de Michelle e dos filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura. Eduardo, seu outro filho, está nos EUA e responde ação penal no STF. O deputado federal cassado é réu por coação no processo que investigou tentativa de golpe de Estado.

Dois cunhados de Bolsonaro não estão autorizados a visitá-lo. Alexandre de Moraes negou autorização para que irmãos de Michelle visitassem o ex-presidente no hospital. Carlos Eduardo Antunes Torres era quem levava comida para a Superintendência da PF, onde Bolsonaro estava preso.

Fonte: Uol

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