Em evento internacional com o presidente francês Emmanuel Macron, Jerônimo Rodrigues (PT) protagoniza uma cena de constrangimento e deselegância diplomática.
Por: Taciano Medrado*
Olá, caríssimos,
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), protagonizou mais um espetáculo lamentável de falta de compostura e tato político. Durante a abertura do Festival “Nosso Futuro Brasil-França: Diálogos com a África”, realizada na quarta-feira (5.nov.2025), no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), em Salvador, o petista interrompeu o discurso do presidente da França, Emmanuel Macron, em plena solenidade internacional.
Incomodado com a ausência de tradução simultânea para parte dos presentes, Jerônimo decidiu, sem cerimônia, tomar o microfone e dar uma “bronca pública” na organização:
“Deixa-me quebrar o protocolo, se nós não tivermos tradução, mesmo que simultânea, nós não vamos entender a mensagem do presidente Macron. Não sei se não temos tradutores, mas é preciso que haja tradução da mensagem”, disse Rodrigues.
Não, Jerônimo, com todo respeito ao cargo que ocupa, o senhor não quebrou protocolo: o senhor foi rude e grosseiro, mal-educado, intempestivo e antidiplomático com o presidente francês. Mas tudo bem, afinal, ambos fazem parte da mesma cartilha ideológica da esquerda, onde o improviso, o populismo e a falta de compostura costumam ser tratados como “espontaneidade”.
A indelicadeza do governador não foi apenas uma gafe; foi um constrangimento institucional. Em um evento de tamanha relevância, diante de autoridades nacionais e internacionais, esperava-se diplomacia, discrição e respeito, e não uma cena de amadorismo político travestida de zelo com a plateia.
Mais do que um “mico”, o episódio revela o despreparo de quem confunde governar com aparecer e protocolo com estrelismo. A Bahia, com toda sua riqueza cultural e importância nacional, merecia ter sido representada com elegância, e não com um ato que fez o Estado virar manchete pelo motivo errado.
Infelizmente, é esse o retrato do petismo na Bahia: uma mistura de arrogância e improviso, onde o cerimonial é atropelado pela ânsia de protagonismo. O governador Jerônimo Rodrigues, ao tentar ser o centro das atenções, acabou mostrando apenas o quanto está distante da postura de um verdadeiro estadista.
A Bahia não precisa de vaidade política.
Precisa de respeito, preparo e compostura — virtudes que, ao que parece, continuam ausentes no vocabulário do atual governo.
🖋️ Editorial TMNEWS DO VALE
📍 Opinião e Verdade com Independência
(*) Professor e analista político
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