Olá caríssimos,
Que a idade chega para todos, isso é fato! Não tem como escapar. Mas quando o peso da idade atinge um mandatário, se torna caso de preocupação. Afinal, ele tomará decisões que afetarão a vida de milhões de pessoas, e isso é muito grave. Vejam o exemplo do ex-presidente dos EUA, Joe Biden, de 82 anos, que começou a ter problemas envolvendo o seu cognitivo, ao ponto de desistir de concorrer às eleições presidenciais. Diante das últimas atitudes tomadas por Lula, já com 80 anos de idade, é preciso que o Congresso Nacional comece a avaliar se, de fato, o presidente do Brasil está gozando de perfeita saúde mental e com o cognitivo ativo. E o pior: Lula ainda pretende concorrer à reeleição presidencial.
Em tempos em que a política mundial parece girar em torno de narrativas e símbolos, a presença de líderes envelhecidos como Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden levanta uma discussão incômoda, porém necessária: até que ponto a experiência se transforma em obstáculo?
Tanto Lula quanto Biden representam, cada um à sua maneira, o esgotamento de uma geração política que insiste em manter-se no poder, mesmo diante de sinais visíveis de cansaço físico e mental. A política, que deveria ser o campo das ideias e da renovação, passa a ser o palco da teimosia e do personalismo. É o apego à cadeira, à autoridade simbólica e ao passado glorioso que já não dialoga com o presente.
Nos Estados Unidos, Biden foi alvo constante de críticas e memes que ironizavam seus lapsos de memória e sua lentidão nos discursos. Mas soube reconhecer suas limitações e jogou o boné. No Brasil, Lula, embora mais enérgico no tom, também tem demonstrado confusão de ideias e declarações desastradas, que muitas vezes expõem uma visão de mundo ultrapassada. Ambos parecem estar presos a uma lógica do século passado, enquanto o mundo caminha em velocidade digital e o debate político exige lucidez e adaptação.
A senilidade, nesse contexto, não é apenas biológica, é também política e simbólica. Representa a incapacidade de compreender novas pautas, de enxergar os jovens como protagonistas e de perceber que a liderança de hoje requer menos carisma e mais competência técnica, mais escuta e menos retórica.
Lula e Biden, paradoxalmente, se tornaram ícones de uma era que resiste a morrer. São figuras que despertam tanto respeito quanto preocupação, e cuja permanência no poder suscita uma reflexão urgente: será que os povos estão dispostos a confiar seu futuro a líderes que já não representam o tempo em que vivem?
O mundo clama por renovação. Mas enquanto insistirmos em aplaudir o passado, continuaremos sendo governados pela memória, e não pela esperança.
(*) Professor, psicopedagogo e analista político
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