Uma semana após o cessar-fogo, a ajuda humanitária continua presa nas fronteiras de Gaza. A ONU afirma que os comboios de alimentos enfrentam atrasos deliberados e que as restrições impostas por Israel impedem o socorro às vítimas da guerra. O governo israelense e o Hamas trocam acusações sobre as violações do acordo.Segundo o Programa Mundial de Alimentos (PMA), cerca de 560 toneladas de comida chegam por dia ao território — menos da metade do necessário. Caminhões lotados de suprimentos permanecem parados no cruzamento de Kissufim, aguardando liberação por horas. A meta é permitir a entrada de 600 caminhões diários, mas menos de 300 têm conseguido atravessar.
Durante a guerra, Israel bloqueou quase todas as rotas de entrada e saída, deixando parte da população à beira da fome. O PMA tenta ampliar os pontos de distribuição — hoje são apenas cinco — e pressiona para abrir mais passagens. “Queremos inundar Gaza com alimentos”, disse o porta-voz Abeer Etefa.
Fome e doenças se espalham
A situação é mais grave no norte do território, isolado pelo fechamento das travessias de Erez e Zikim. Estradas destruídas e restrições severas impedem o transporte de farinha e kits de emergência. Pequenas quantidades têm chegado a essas regiões, mas estão longe de suprir as necessidades básicas.A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que doenças infecciosas estão “fora de controle”. Apenas 13 dos 36 hospitais funcionam parcialmente. Casos de meningite, diarreia e infecções respiratórias crescem rapidamente, e o sistema de saúde colapsa sem medicamentos ou energia.
Milhares de toneladas de ajuda permanecem estocadas em Egito e Jordânia, aguardando autorização para entrada. Apesar da trégua, Israel mantém a maior parte das restrições, o que impede que a ajuda alcance a população mais vulnerável.
Enquanto isso, Israel acusa o Hamas de não devolver todos os corpos de reféns mortos. O grupo afirma que parte deles ainda está sob os escombros, onde a defesa civil estima mais de 10 mil corpos.
Nos bastidores, Donald Trump disse à CNN que pode autorizar Israel a retomar os combates se o acordo for rompido. “Israel voltará às ruas assim que eu disser”, afirmou o presidente americano.
Fonte: Revista ForumImportante: Precisamos,
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