Federação União Progressista anuncia desembarque da base de Lula (Kalina Maurer/União Brasil/Divulgação)
Em um pronunciamento de um minuto, o presidente da federação União Progressista, Antônio Rueda, anunciou na última terça-feira, 2, o desembarque da base do governo Lula. Com a decisão, ficou determina que os ministros filiados ao União Brasil e ao PP devem entregar seus cargos no governo.
O movimento vinha sendo gestado desde o fim do ano passado. Para articuladores da recém-criada federação, a saída dos dois partidos governo abre caminho para a pavimentação de uma candidatura de nas eleições de 2026 – ambas as legendas sonham em ocupar a vaga de vice em uma eventual candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Além disso, caciques da União Progressista esperam que a decisão seja acompanhada por outras legendas de centro, como o PSD e o Republicanos, que também ocupam ministérios de Lula, apesar de suas cúpulas partidárias já sinalizarem apoio a Tarcísio.
Políticos de oposição ao governo avaliam que caso esse cenário se confirme, seria formado um amplo arco de apoio ao governador de São Paulo. Espera-se que o PL de Jair Bolsonaro também faça parte da da composição, o que, ao lado dos partidos de centro, garantiria ao candidato oposicionista o maior tempo de televisão nas campanhas, além de palanques nas principais regiões do país.
Com esse cenário, os adversários de Lula afirmam que o presidente ficaria isolado e poderia até acabar fora da disputa para não correr o risco de encerrar sua carreira política com uma derrota. Eles ressaltam que o petista foi eleito em 2022 não apenas com o apoio da esquerda, mas com um forte movimento antibolsonarista que lhe garantiu uma apertada vitória – sem Bolsonaro em campo, avaliam, esses votos tenderiam a se perder.
Há, por óbvio, muita torcida no cálculo desenhado, e os sinais demonstrados pelo presidente são justamente no sentido contrário. Em meio ao tarifaço de Donald Trump, Lula conseguiu recuperar a popularidade que vinha patinando no início da gestão, e encampar discursos capazes de mobilizar apoiadores.
Como mostrou reportagem de VEJA, desde já o presidente coloca-se como candidato à reeleição e desfila desenvolto com o figurino de palanque. Seus discursos criticam Trump, Bolsonaro e o tarifaço. Ele anunciou medidas populistas, como a ampliação da distribuição de gás de cozinha, e faz um esforço enorme para mostrar que, apesar de quase octogenário, está vendendo saúde.
Fonte: Revista Veja
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