A Suprema Corte do país
vai analisar o caso a partiro do dia 8 de fevereiro, e as primárias no Maine
estão marcadas para o dia 5 de março.
Suprema Corte dos EUA aceita analisar recurso de Trump
para concorrer nas primárias do Colorado
A
Justiça do Maine, nos Estados Unidos, disse que o estado vai esperar uma
decisão da Suprema Corte do país sobre a participação
de Donald Trump nas eleições antes de levar
adiante o processo que impede o ex-presidente de participar das
eleições para o mesmo cargo neste ano no Maine.
Trump foi proibido de participar das eleições presidenciais em dois estados dos EUA: Estado do Colorado, onde houve uma decisão judicial sobre o caso, e Maine, onde a secretária de Estado decidiu impedir Trump de participar das eleições.
No
Maine, o caso foi para a Justiça depois da decisão da secretária de Estado,
Shanna Bellows, que é do Partido Democrata, o rival do Partido Republicano, ao
qual Trump pertence.
De
acordo com o jornal "The New York Times", a Justiça do Maine deu
ordem para que Bellows suspenda sua decisão (ou seja, não colocá-la em prática,
o que significa permitir a participação de Trump) até que a Suprema Corte diga
o que se fazer.
Suprema
Corte vai tomar decisão sobre insurreição
Além
desses dois casos, há outros processos semelhantes em outros estados dos EUA. O
processo das eleições nos EUA tem suas particularidades, e uma delas é que os
estados têm muita autonomia para tomar decisões sobre as regras eleitorais de
cada local.
Nos
processos, pede-se que Trump seja impedido de concorrer pelo mesmo motivo: as
tentativas de reverter os resultados das eleições de 2020, que ele perdeu para
Joe Biden. O último ato da tentativa de Trump de fraudar as eleições foi a
invasão do Capitólio (prédio do Congresso dos EUA). Um artigo na Constituição
afirma que os ex-dirigentes que se envolveram em uma tentativa de insurreição
devem ser impedidos de concorrer a cargos.
A
Suprema Corte do país vai analisar o caso. As partes começarão a ser ouvidas no
dia 8 de fevereiro (as primárias no Maine estão marcadas para o dia 5 de
março). A defesa de Trump afirma que essa cláusula não é válida para para
ex-presidentes, como ele.
A juíza Michaela Murphy, do Maine, determinou que a secretária de Estado terá 30 dias depois da decisão da Suprema Corte para reavaliar sua decisão. A magistrada afirmou que o fato de um processo semelhante ter sido admitido na Suprema Corte muda como a questão deve ser decidida e em qual instância da Justiça.
Fonte: G1- Mundo
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