Cerca de 1,7 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiram três fazendas de cultivo de eucalipto da empresa Suzano Papel e Celulose, nos municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri e Caravelas, no sul da Bahia. Uma quarta área, a Fazenda Limoeiro, de outro proprietário, foi ocupada no município de Jacobina. A empresa e o proprietário entraram com ações de reintegração de posse. As informações são de José Maria Tomazela/Estadão
A
entrada dos invasores começou na segunda-feira e prosseguiu até a tarde desta
terça, 28, segundo a Polícia Militar da Bahia. Os sem-terra, na maioria
mulheres, chegaram em vários comboios que saíram de assentamentos da região e
de outros locais do Estado. A Suzano informou que suas propriedades foram
danificadas durante as invasões.
Cerca
de 1,7 mil integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiram
três fazendas de cultivo de eucalipto da empresa Suzano Papel e Celulose, nos
municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri e Caravelas, no sul da Bahia. Uma
quarta área, a Fazenda Limoeiro, de outro proprietário, foi ocupada no
município de Jacobina. A empresa e o proprietário entraram com ações de
reintegração de posse.
A
entrada dos invasores começou na segunda-feira e prosseguiu até a tarde desta
terça, 28, segundo a Polícia Militar da Bahia. Os sem-terra, na maioria
mulheres, chegaram em vários comboios que saíram de assentamentos da região e
de outros locais do Estado. A Suzano informou que suas propriedades foram
danificadas durante as invasões.
Em
sua página oficial, o MST avisa que as ações vão continuar, sob o lema “O
agronegócio lucra com a fome e a violência. Por terra e democracia, mulheres em
resistência”, e afirma que pretende negociar com os governos federal e
estaduais a retomada da reforma agrária, além de um projeto para a agricultura
familiar camponesa. “Vamos retomar a luta pela terra com as ocupações de
terras, marchas, formação com as mulheres, ações de solidariedade, com doações
de alimentos e doações de sangue”, afirmou Margarida Silva, da coordenação
nacional do MST.
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