De ex-presidiário e descondenado a reputação ilibada? Será?


(*)Taciano Gustavo Medrado Sobrinho 

Se depender do quarteto de ministros: Ricardo Lewandowski,  Gilmar Mendes,  Alexandre de Moraes, e Edson Fachin e seus demais 7 pares  do STF, o Lulapetista, ex-presidiário e descondenado que puxou 580 dias cadeia na cela da carceragem da Policia Federal em Curitiba, se tornará em pouco tempo  um cidadão honrado e de  reputação ilibada digno de merecer um Prêmio Nobel de honestidade.

Depois de todas as ações que lhe beneficiasse, desde a sua soltura até a sua candidatura e eleição a presidente do pais, eis que de repente, o senhor iminente aposentado, ministro Ricardo Lewandowski, querendo deixar a sua retribuição e gratidão por sua nomeação ha 16 anos atrás para suprema corte pelo então presidente á época Luiz Inácio Lula da Silva,   em fevereiro de 2006 (coincidência de mês ou intencional e comemorativa?)  em vaga deixada pelo Ministro Carlos Velloso, determinou na 6ª feira (17.fev.2023) o encerramento de 3 investigações na Justiça Federal contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do jornalista Lucas Mendes do Poder 360.

As ações apuram doações da Odebrecht ao Instituto Lula, a compra de um terreno do mesmo instituto e a compra de 36 caças suecos pelo governo Dilma Rousseff (PT). O processo era um desdobramento da Lava Jato e acusava Lula de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Leia as decisões:

ações do Instituto Lula (íntegra – 237 KB).

ação dos caças (íntegra – 257 KB).

As 3 ações já aviam sido suspensas pelo magistrado em 2021 e 2022.

Os processos sobre o Instituto Lula se iniciaram na Justiça Federal do Paraná, em investigações da operação Lava Jato. Foram transferidas para a Justiça Federal de Brasília depois que o Supremo entendeu que a Vara de Curitiba não tinha competência para analisar os casos do petista.

Já o caso dos caças tramitava na Justiça Federal de Brasília. Em 2 de março de 2022, Lewandowski suspendeu o trâmite da ação, por entender que houve atuação indevida entre integrantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e os procuradores do caso dos caças, citando conversas trocadas entre eles obtidas na operação Spoofing, que mirou os hackers que invadiram as contas dos procuradores.

“Não bastasse isso, é possível verificar, ainda, neste exame preliminar dos autos, que os integrantes da ‘Lava Jato’ de Curitiba não apenas idealizaram, desde os seus primórdios, a acusação contra o reclamante objeto da presente contestação – possivelmente movidos pelos mesmos interesses heterodoxos apurados em outras ações que tramitaram no Supremo Tribunal Federal – como também, pasme-se, revisaram a minuta da denúncia elaborada pelos procuradores do Distrito Federal”, disse Lewandowski.

(*) Professor, engenheiro, administrador, matemático 

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