ECONOMIA: Governo quer liberar até R$ 87 bi em programa de crédito

Foto divulgação

O Ministério da Economia afirmou que as medidas que estão sendo implementadas para facilitar o acesso ao crédito podem alavancar até R$ 87 bilhões em operações financeiras de 2022 a 2023. Desde o início da pandemia, esses programas liberaram R$ 155 bilhões em 939 mil operações, informou o governo em apresentação à imprensa nesta 2ª feira (25) –eis a íntegra (406 KB).

O programa foi batizado Crédito Brasil Empreendedor e é dividido em duas partes. Uma delas foi implementada com a MP (Medida Provisória) do Crédito, sancionada nesta 2ª.

MP pode alavancar R$ 23 bilhões em crédito, sendo:

R$ 21 bilhões – FGHab (Fundo Garantidor da Habitação Popular);

R$ 2 bilhões – Peac (Fundos Garantidores de Risco de Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e Programa Emergencial de Acesso a Crédito).

Segundo a secretária especial de Produtividade e Competitividade, Daniella Marques, foi feito um alinhamento com a federação de bancos e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para a regulação do programa. “A expectativa é que os programas estejam na ponta, de fato, em torno de 60 dias”.

Há ainda a expectativa de liberar mais dinheiro com a aprovação do projeto de lei nº 3.188/21, aprovada na Câmara e em tramitação no Senado, sendo:

R$ 14 bilhões – PEC (Programa de Estímulo ao Crédito);

R$ 14 bilhões – Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

A expectativa no governo é de que o Senado paute o projeto nesta semana.

JURO BAIXO

O Peac e o Pronampe, por exemplo, permitem uma taxa de juros menor para as pequenas empresas e uma carência acima de 6 meses para o pagamento das primeiras parcelas.

O secretário especial Adolfo Sachsida explicou que essas medidas têm o objetivo de dar um fôlego para as empresas conseguirem passar pelas dificuldades pós-pandemia. “É preciso manter a empresa respirando”, afirmou. “Nenhum brasileiro pode ficar para trás”.

Embora a ação seja positiva, a CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil) considera o volume previsto insuficiente para assegurar a plena retomada do segmento. “Por outro lado, a MP traz um ponto que consideramos essencial, que é a valorização dos microempreendedores individuais”, disse o órgão em nota.

Fonte: Poder360

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