O FORRÓ é reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pelo Iphan. Veja vídeo!

 

fOTOFoto: Andreia  Rêgo Barros/PCR
Da Redação

Uma das maiores tradições do país — principalmente no Norte e Nordeste — presente nas festas, esquinas e bares, foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

forró, arrasta-pé ou forrobodó, como conhecido, ganhou o título em uma votação unânime transmitida pelo Youtube nesta quinta-feira (09).

Foi em 2011 que a Associação Cultural do Balaio do Nordeste, do estado da Paraíba, formalizou o registro.

A partir disso, comunidades de todo país reuniram documentos relacionados e registros audiovisuais para montarem um dossiê do pedido.

Nesta manhã, representantes de instituições públicas, privadas e da sociedade civil que compõem o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, administrado pela presidente do Iphan, Larissa Peixoto reconheceram, na transmissão que durou quase 3h, o forró como Patrimônio Cultural.

Especialistas defenderam ampliação de centros, festivais e atividades para ampliação e divulgação da mais nova herança.

Patrimônio Cultural Imaterial

Um patrimônio imaterial é um consenso que abrange expressões culturais que podem ser caracterizados pelos saberes, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, lendas, músicas, costumes e outras tradições.

Em novembro, o Iphan disse à CNN que muitas expressões das músicas, danças e artes performáticas brasileiras já são registradas como Patrimônio Cultural.

Segundo o órgão, o primeiro registro de um gênero musical foi o Samba de Roda do Recôncavo Baiano.

E depois disso, vieram o Jongo no Sudeste, Frevo, Tambor de Crioula, Matrizes do Samba no Rio de Janeiro, Fandango Caiçara, Carimbó, Maracatu Nação, Maracatu do Baque Solto, Marabaixo.

História do forró

Você certamente já passou em algum lugar e o ‘forrózinho’ estava tocando. É quase impossível ficar parado. O ritmo chegou ao Brasil no século 19 e envolveu apreciadores que frequentavam bailes populares em Pernambuco.

A tradição foi passada de pai para filho no sertão e ganhou o país.

Na década de 1950, Luiz Gonzaga se tornou ícone pela música ‘Forro de Mané Vito’ — desde então, seu nome tem sido lembrado por amantes de forró.

O embalo do som também tem suas ramificações e pode ser encontrado no forró universitário, quadrilha, no baião, no xote e outros tantos gêneros.

 


Para ler mais acesse, www: professortacianomedrado.com

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