GESTÃO PAULO BONFIM NÃO EXPLICA SOBRE OS MAIS DE R$ 17 MILHÕES DE RECURSOS PARA COMBATER O CORONAVÍRUS. ASSISTA AO VÍDEO!



Por : Mônia Ramos/Jornalista

O prefeito Paulo Bomfim ainda peleja para assegurar a assistência à saúde ao povo de Juazeiro, já que o problema na Saúde do município é orgânico da gestão dos comunistas, hoje petistas.

Há quase 12 anos a população amarga a dura realidade de um setor sucateado e para enfrentar a crise pandêmica, o prefeito anunciou, tardiamente, a implantação do Hospital de Campanha. Se não tivesse perdido tanto tempo com medidas paliativas, a gestão municipal teria evitado o registro de quase 70 óbitos no município. A demora gerou muitas queixas da população, inclusive de políticos da vizinha cidade Petrolina, fato que também gerou uma crise política entre o prefeito e Governo do Estado.

A obra tardia, considerando que a pandemia começou no mês de fevereiro no Brasil, agravou a crise na saúde pública no município, mas o prefeito insiste em alardear que Juazeiro foi a primeira cidade da Bahia a adotar as medidas de contenção do Novo Coronavírus. Contrariando as declarações ilusórias do chefe do Executivo, a curva de contágio vírus em Juazeiro só cresce. Além de outros casos de negligência na saúde que continuam sendo manchetes dos blogs e as notícias espalhadas pelo aplicativo whatsapp, de pacientes e familiares pedindo socorro em filas e corredores de hospitais da cidade.

TABELA CURVA DE CONTAGIO


Sem plano de enfrentamento para o Covid 19, o prefeito fez o caminho inverso. Ao contrário de buscar mecanismos para o fortalecimento da rede de saúde, adotou medidas atabalhoadas, sem planejamento estratégico gerando uma crise sanitária e econômica no município.

No mês de março, o prefeito comemorou a chegada de emendas parlamentares que, segundo ele, ajudariam a municipalidade, no entanto, só agora no mês agosto anunciou a implantação do Hospital de Campanha, certamente com recursos de emendas parlamentares. Os deputados Afonso Florence enviou emenda no valor R$ 600 mil, Josias Gomes destinou R$ 400 mil para Juazeiro, Jorge Solla R$ 100 mil, Dayane Pimentel R$ 200 mil, Igor Kannário R$ 200 mil e o Senador Ângelo Coronel, cuja emenda girou R$ 2,7 milhões.

Inclusive a emenda de quase R$ 3 milhões do senador, seria suficiente para aquisição de novos leitos, adequação de hospitais para o enfrentamento da doença, e disponibilização de equipes especiais para atendimento ao público infectado. Mas o prefeito escolheu o mais difícil, uma medida temporária com a instalação do hospital de campanha, quando Juazeiro suplica por uma unidade hospitalar que atenda a necessidade de um povo fadado a negligência à saúde.

Ou seja, as emendas totalizam R$ 4,2 milhões que deveriam ser investidas no setor de saúde do município. Somados aos recursos R$ 13,1 milhões destinados pelo Governo Federal para a crise do Novo Coronavirus e outros recursos, esse total de recursos para enfrentamento da crise supera os R$ 17 milhões.





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