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Da Redação
Prof. Taciano Medrado
O
jornal Folha de S. Paulo foi obrigado a publicar, nesta segunda-feira (2),
artigo assinado pelo secretário de Comunicação Social da Presidência Fábio
Wajngarten, em resposta ao editorial que desacata o Presidente Jair Messias
Bolsonaro. Um vexame para o jornal que é desmascarado no texto e nas intenções
editoriais e políticas da publicação antes mesmo da eleição do então candidato
à Presidência da Republica, eleito com 55% dos votos válidos após a apuração
das urnas no segundo turno das eleições de 2018.
O
INFAME EDITORIAL
A
DEMOCRACIA BRASILEIRA NÃO MERECE ISSO
A
liberdade de expressão e a liberdade de imprensa são sólidos pilares da
democracia em qualquer lugar do mundo, e especialmente no Brasil e seu recente
processo político.
Delas
não podemos nos afastar e jamais o presidente da República Jair Bolsonaro e seu
estafe mais próximo se afastaram desse primado, que norteia as relações do seu
governo com a mídia em geral.
Dito
isso — para que não usem esse artigo como sintoma de qualquer censura à
imprensa —, quero escrever neste espaço para repudiar, com toda a ênfase, o
infame, injusto e leviano editorial da Folha de S.Paulo publicado em 29 de
novembro, no seu site online, e republicado no dia seguinte na edição impressa
do veículo.
Os
termos, o linguajar do editorial, seu conteúdo são desrespeitosos não só com a
figura institucional do presidente da República como um libelo, um
indisfarçável panfleto, desprovido de seriedade e consistência!
Com
o editorial, a Folha de S.Paulo se junta àqueles derrotados nas urnas em
outubro passado, aos que tentaram matar o então candidato Jair Bolsonaro, para
pregar o desrespeito, a mentira e a tentativa frustrada de desmoralizá-lo no
cargo mais graduado da República.
Não
conseguirão!
O
presidente Jair Bolsonaro tem uma legitimidade que a Folha de S.Paulo e outros
veículos da mesma estirpe, torpes e levianos, não têm e jamais terão: o
respaldo da maioria dos brasileiros que o elegeu com um pouco mais de 57
milhões de votos, 55% dos votos válidos.
Em
São Paulo, sede do jornal e de quem lhe empresta o nome, e maior colégio
eleitoral do país, o percentual de votos alcançou a marca dos 67%!
Isso
é democracia, isso é respeitar o resultado das urnas e a livre e expressa
vontade do povo brasileiro. O que a Folha de S.Paulo não faz, quando opta por
um editorial que na verdade é um libelo contra a democracia ao desrespeitar a
figura presidencial.
A
fúria editorial do grupo jornalístico contra o presidente Jair Bolsonaro não é
de hoje e nem começou com sua assunção à Presidência da República.
Já
na campanha eleitoral o jornal paulista buscou denegrir sua imagem,
ridicularizar suas propostas e plano de governo. Como não conseguiram no
período eleitoral, tentam agora com ele na Presidência da República.
O
rol de matérias "jornalísticas" é imenso. Registro aqui apenas a
tentativa permanente de tentar mostrar, com a ajuda do partido do candidato
derrotado no segundo turno, o uso indevido de zaps na campanha eleitoral, o que
o Tribunal Superior Eleitoral já refutou. Mesmo assim, insistem.
As
manchetes diárias do jornal sobre a economia do país --sempre com o foco
negativo-- também evidenciam a má-fé, a leviandade e o autoritarismo editorial
do jornal contra o governo Bolsonaro.
Não
se pode falar bem do que está dando certo e nem dos fundamentos macroeconômicos
que demonstram o acerto da condução da política econômica, além da maior
reforma da Previdência jamais realizada neste país.
No
seu afã de prejudicá-lo, as matérias fantasiam estórias, dão respaldo a mentiras
e tentam impor ao leitor sua visão caolha, retrógrada e pessimista com a
situação política, econômica e social do Brasil.
Isso,
definitivamente, não é jornalismo. É leviandade e autoritarismo.
Os
frequentes editoriais da Folha de S.Paulo não correspondem à visão majoritária
dos brasileiros e da opinião pública, que não são seu quintal expansionista de
estórias nebulosas, de visões autoritárias e mentirosas.
Tal
comportamento reiterado descredencia a Folha de S.Paulo como fonte de
informação séria para a sociedade em geral, quanto mais como meio a ser
considerado no processo de tomada de decisões políticas e econômicas.
A
imprensa exerce uma função pública essencial. Por isso, ela deve ter
compromisso com a verdade. Um veículo desta natureza não tem o direito de atuar
como a Folha de S.Paulo atua. Não pode assacar contra a figura do presidente da
República e de seus familiares de maneira perversa, contínua, persecutória e
irresponsável.
No
fundo, o que editorial do jornal faz é defender uma conspiração pela saída do
presidente da República, num golpe contra as instituições e, principalmente,
contra a vontade da maioria dos brasileiros.
A
democracia brasileira e a liberdade de imprensa não merecem isso.
Fábio
Wajngarten é secretário de Comunicação Social da Presidência.
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