ELEIÇÕES 2026 – Um divisor de águas entre o continuísmo ou a mudança

Permanência do  governo lulopetista 3,  ou o resgate do Brasil rumo a um futuro promissor e de defesa da verdadeira democracia



Por Taciano Medrado*

Neste domingo, dia 16 de agosto foi dada a largada para as campanhas eleitorais nas ruas e nas redes sociais. As eleições de 2026 se apresentam como um dos momentos mais decisivos da história política recente do Brasil. Mais do que escolher presidente, governadores, senadores e deputados, o eleitor brasileiro terá diante de si uma escolha de projetos, valores e caminhos para o futuro do país.

De um lado, estará a possibilidade de continuidade do projeto político liderado pelo senil e atual mandatário Lula e pelo Partido dos Trabalhadores, em um eventual continuísmo nocivo á nação e a democracia. Um lastimável quarto mandato do  lulopetista é fim da picada. Nenhum brasileiro merece. 

Do outro, ganha força a proposta daqueles que defendem uma mudança de rumo, com a promessa de reconstrução econômica, fortalecimento institucional, responsabilidade fiscal, segurança pública, geração de empregos e, sobretudo, respeito aos princípios democráticos.

O Brasil chega às urnas profundamente dividido. A polarização política, alimentada durante anos por discursos cada vez mais agressivos,  sempre protagonizados pelos militantes e apoiadores da bandeira vermelha, com reação da parte opositora transformando  a eleição em uma verdadeira disputa de visões de país. Mas é justamente nesse ambiente que o eleitor precisa exercer sua maior responsabilidade: separar paixão política de análise racional.

Não se trata apenas de escolher entre nomes. Trata-se de escolher entre projetos.

O Brasil precisa discutir seriamente o tamanho e o papel do Estado, os caminhos para o crescimento econômico, o combate à corrupção, a liberdade de expressão, a independência entre os Poderes, a segurança jurídica, a responsabilidade com as contas públicas e a capacidade de oferecer oportunidades reais à população.

Também é fundamental que a defesa da democracia não seja utilizada como instrumento retórico para silenciar adversários e cercear o direito das pessoas de se manifestarem, da liberdade de imprensa ser desrespeitada e jornalistas  serem perseguidos e intimidados por membros da alta corte da justiça do pais.  

Democracia pressupõe eleições livres, respeito ao resultado das urnas, liberdade de imprensa, direito à crítica, pluralidade de opiniões e instituições que exerçam suas funções dentro dos limites estabelecidos pela Constituição.

Da mesma forma, defender uma mudança política não pode significar aceitar aventuras autoritárias, radicalismos ou qualquer tentativa de ruptura institucional. O Brasil não precisa trocar um extremismo por outro. Precisa amadurecer politicamente.

A eleição de 2026 poderá representar, portanto, um verdadeiro divisor de águas. O eleitor terá a oportunidade de avaliar o que foi feito, o que deixou de ser feito e quais consequências as escolhas políticas dos últimos anos produziram na vida real dos brasileiros.

É preciso olhar para além das propagandas eleitorais, das redes sociais e das narrativas cuidadosamente construídas pelos marqueteiros. O cidadão deve perguntar: o país está melhor? A economia está mais forte? O trabalhador está tendo mais oportunidades? A segurança melhorou? Os serviços públicos avançaram? As instituições estão funcionando de maneira equilibrada? O cidadão sente-se verdadeiramente livre para discordar?

Essas perguntas não pertencem à esquerda ao centro ou  à direita. Pertencem ao cidadão brasileiro.

O TMNews do Vale entende que o Brasil precisa recuperar a capacidade de discutir política com firmeza, mas também com responsabilidade. Criticar governos não é ser antidemocrático. Defender mudanças não é atacar a democracia. E apoiar determinado projeto político não pode significar abrir mão do senso crítico.

O futuro do país não será definido apenas pelos candidatos. Será definido, sobretudo, pela consciência do eleitor.

Em outubro de 2026, cada voto terá peso. Cada cidadão deverá decidir se deseja a continuidade do atual projeto político ou uma mudança de direção. E essa decisão precisa ser tomada sem medo, sem coerção, sem fanatismo e sem aceitar que qualquer grupo político seja tratado como dono da verdade.

O Brasil pertence aos brasileiros,  e o destino da democracia brasileira deve permanecer nas mãos do povo, dentro das urnas e sob o império da Constituição.

Que 2026 seja, acima de tudo, o ano de uma escolha consciente. Uma escolha capaz de colocar o Brasil novamente diante de um horizonte de desenvolvimento, liberdade, prosperidade, justiça e verdadeira democracia, sem polarização descontrolada. 

(*) Professor e redator chefe do TMNews do Vale – a opinião sem meias verdades



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