Raphael Guerra Foto arquivo
Nove suspeitos de participação no forte esquema de corrupção na Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, localizada em Petrolina, foram indiciados por cinco crimes. A Polícia Civil concluiu a investigação e remeteu o inquérito para avaliação do Ministério Público, que ainda não se posicionou.
Na lista de indiciados está o ex-diretor da unidade, Alessandro Barbosa Martins de Sousa, afastado das funções públicas desde agosto de 2025 quando foi deflagrada a operação Publicanos. Também inclui policiais penais e detentos.
A investigação indica que valores via Pix teriam sido repassados ao ex-gestor como propina para liberação de entrada de drogas, bebidas alcoólicas, celulares e negociação de venda de cantinas e até camas na unidade prisional. Mensagens de WhatsApp, anexadas ao processo, serviram de provas.
Alessandro, apontado como o líder do "núcleo de agentes públicos", permaneceu com tornozeleira eletrônica até abril deste ano.
A Polícia Civil se pronunciou sobre a conclusão do inquérito apenas por meio de nota oficial.
No texto enviado à coluna Segurança, informou que, na investigação, foram individualizadas as condutas atribuídas a cada um dos suspeitos, indiciados por cinco crimes: organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, corrupção ativa e ingresso ou facilitação de ingresso de aparelho telefônico em estabelecimento prisional.
A nota não informou os nomes de todos os indiciados nem detalhou as suspeitas que recaem sobre cada um.
A defesa do ex-diretor nega as suspeitas. Na época da operação disse, em nota, que os valores apontados na investigação não condizem com a realidade financeira de Alessandro e da esposa e que eles vivem "de forma modesta".
Jornal do Commercio
Não
deixe de curtir nossa página www.profesortacianomedrado.com e no Facebook e também Instagram para
acompanhar mais notícias do TMNews do Vale (Blog do professor TM)
Envie
informações e sugestões para o TMNews do Vale
pelo e-mail: tmnewsdovale@gmail.com



Postar um comentário