Interpol descobre delegacia falsa da Polícia Federal brasileira na África



Uma operação global antifraude envolvendo 97 países descobriu uma delegacia falsa simulando a Polícia Federal brasileira em Essuatíni, na África. O país faz fronteira com a África do Sul e Moçambique.

No local, a ação coordenada pela Interpol prendeu 82 pessoas que fingiam ser policiais federais e desmantelou uma rede que operava jogos de azar online ilegais, lavagem de dinheiro e golpes sofisticados de falsa identidade.

Os policiais - verdadeiros - apreenderam 240 dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, além de moeda estrangeira e réplicas de uniformes da Polícia Federal do Brasil.

Uma operação global antifraude envolvendo 97 países descobriu uma delegacia falsa simulando a Polícia Federal brasileira em Essuatíni, na África. O país faz fronteira com a África do Sul e Moçambique.

No local, a ação coordenada pela Interpol prendeu 82 pessoas que fingiam ser policiais federais e desmantelou uma rede que operava jogos de azar online ilegais, lavagem de dinheiro e golpes sofisticados de falsa identidade.

Os policiais - verdadeiros - apreenderam 240 dispositivos eletrônicos, como celulares e computadores, além de moeda estrangeira e réplicas de uniformes da Polícia Federal do Brasil.

Essa descoberta fez parte da operação First Light 2026, que focou no combate a golpes de engenharia social e atividades de lavagem de dinheiro associadas. Ao todo, 5.811 pessoas foram presas e houve interceptação de US$ 293 milhões em ativos ilícitos (cerca de R$ 1,5 bilhão).

Engenharia social é um termo que se refere a técnicas que exploram a confiança de uma pessoa para obter dinheiro ou informações confidenciais.

"Os golpes de engenharia social continuam a representar uma ameaça significativa para a nossa sociedade. A Interpol se dedica a apoiar os países-membros na construção de uma estratégia abrangente e coordenada para enfrentar crimes financeiros facilitados pela tecnologia, redes criminosas organizadas e a lavagem de dinheiro que as sustenta", destaca Tomonobu Kaya, diretor do Centro de Combate a Crimes Financeiros e Corrupção.

CNN Brasil

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