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Por Taciano Medrado*

O Brasil enfrenta um grave problema de abandono e vulnerabilidade animal. As estimativas mais recentes apontam que existem cerca de 4,8 milhões de cães e gatos vivendo em situação de vulnerabilidade ou abandono no país.

Desse total:

Aproximadamente 60% são cães;
Cerca de 40% são gatos.

Isso significa uma estimativa aproximada de:

2,9 milhões de cães
1,9 milhão de gatos

Todos vivendo nas ruas, sem tutela definida ou em condições precárias.

Os dados são baseados em levantamentos do Instituto Pet Brasil em parceria com entidades do setor pet e órgãos públicos.

Especialistas alertam que o número de animais abandonados pode ser ainda maior, porque muitos municípios não possuem censos oficiais e há subnotificação, principalmente nas periferias e cidades do interior. Entre as principais causas estrão:

I - abandono;
II - falta de castração;
III - reprodução descontrolada;
IV - dificuldades financeiras dos tutores;
V - ausência de políticas públicas permanentes.

O problema é especialmente visível em cidades médias e grandes do Nordeste e Sudeste, onde o crescimento urbano e a ausência de programas contínuos de castração ampliam a população de cães e gatos nas ruas.

Sugestão!

PROJETO - BOLSA ADOÇÃO PARA ANIMAIS ABANDONADOS

A exemplo de programas sociais como Bolsa Família, Pé-de-Meia e Bolsa Frequência, por que o governo federal não implementaria a chamada “Bolsa Adoção de Animais abandonados”,  como forma de incentivar as pessoas a adotarem cães e gatos abandonados?

Afinal, trata-se também de um programa social, pois envolve diretamente saúde pública, bem-estar animal e qualidade de vida da população.

Como funcionaria?

O governo federal concederia um valor mensal em reais por animal adotado, limitado ao máximo de três animais por família. Em contrapartida, os tutores seriam obrigados a prestar contas da utilização desse recurso exclusivamente com despesas relacionadas ao animal, como:
 
> alimentação;
> medicamentos;
> vacinação;
> consultas veterinárias;
> higiene;
> demais cuidados essenciais.

Além disso, os beneficiários precisariam comprovar periodicamente:

> o estado de saúde do animal;
> as condições adequadas de habitação;
> vacinação e castração;
> ausência de maus-tratos.


O programa poderia funcionar em parceria com municípios, clínicas veterinárias credenciadas e entidades de proteção animal.

As ONGs ficariam de fora do projeto, uma vez que muitas já recebem subsídios, doações e apoio institucional específicos para manutenção de abrigos.

Uma política pública dessa natureza poderia reduzir significativamente:

> o abandono;
> a superpopulação de animais nas ruas;
os riscos sanitários que poderiam provocar na população para ser tratada, onerando os gastos públicos .
> os gastos públicos indiretos com saúde e recolhimento de animais.

Mais do que proteger cães e gatos, seria uma medida de civilidade, responsabilidade social e respeito à vida.

(*) Professor, redator chefe do TMNews do Vale e tutor de três cães SRD 





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