No Brasil, a importação de fertilizantes do Oriente Médio ainda não foi afetada pela guerra


A importação de fertilizantes do Oriente Médio pelo Brasil ainda não foi interrompida, mas a guerra na região gerou um forte impacto nos preços, com a ureia subindo quase US$ 300 por tonelada. Embora o abastecimento físico esteja garantido no momento devido à entressafra, a dependência de mais de 80% do insumo importado gera preocupação para a próxima safra.

Impactos Principais:

Custos: O conflito aumentou os custos de frete e seguros, resultando em alta no preço dos fertilizantes nitrogenados (ureia, amônia), essenciais para culturas como milho e soja.

Abastecimento: O bloqueio no Estreito de Ormuz é monitorado com preocupação, pois pode travar o envio de matérias-primas.

Risco futuro: A preocupação não é imediata com a disponibilidade para a safra atual, mas o aumento de custos deve encarecer a produção agrícola a partir do segundo semestre.

Cenário de importação: O Oriente Médio é o quarto maior fornecedor de fertilizantes para o Brasil, sendo responsável por boa parte do nitrogênio utilizado no país.

Apesar do temor de escassez, o embaixador do Irã no Brasil garantiu que cargas compradas não terão problemas de embarque.

G1

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