Ao longo de sua trajetória, esse personagem da política juazeirense nunca teve Juazeiro como sua verdadeira bandeira. Ao contrário, ao longo do tempo, buscou satisfazer o seu exacerbado egocentrismo.
Lembram de seu figurino, à imagem de Castro Alves? Do modo e das conquistas à la Dom Juan? Muito do que nossa cidade deixou de ter ou ser, tem relação direta com o seu comportamento e com a atuação política posta em prática, seu modo e forma de agir e de atuar politicamente.
Enquanto, em Petrolina, os políticos se uniam em prol do desenvolvimento da cidade, aqui se praticava o canibalismo e a agressividade política. Só tivemos certa tranquilidade em períodos mais recentes, na gestão de Jorge Khoury, político elegante, um gentleman e grande liderança política.
Recentemente, eu lhe disse que ele ainda tem muito a contribuir para Juazeiro. Porém, cometeu um grande erro, na minha humilde percepção, ao indicar Misael como candidato. Se tivesse sido Antônio Carlos Chaves, a história de nossa cidade poderia ter sido outra.
Nessa indicação, nasceu a desgraça de Juazeiro. Que saudade do meu arquitetônico cais! Não teríamos também o “M”, dizem as más línguas, o “M” de maracutaia, não sei.
Iniciou-se, então, um período de guerra nociva ao bom andamento e progresso da nossa cidade. O egocentrismo de Bandeira e a truculência de Misael levaram a disputas que em nada contribuíram para o desenvolvimento econômico e social do município.
Eu poderia citar inúmeros exemplos e episódios que ilustrariam essas circunstâncias, mas vou me ater à seguinte semelhança de atitudes entre os dois líderes: um empurrou goela abaixo da sociedade a inexpressiva figura política de seu filho, Misael, deputado de um único e desprezível mandato; o outro indica o filho como vice-prefeito de Suzana Ramos.
Esta, talvez por acordo prévio, nomeia alguém da área de influência de Leonardo para a administração do SAAE. Que julguem os juazeirenses as consequências advindas desse feudo ali implantado.
Bandeira, mais adiante, substituiu o filho preferido por sua filha, Vitória, não sei por qual motivo como vice de Suzana Ramos, não emplacou, agora, a exemplo de Misael, quer também empurrar goela abaixo de Juazeiro a candidatura de um mais Bandeira, se vai emplacar é outra história. Mas dizem as más línguas que essa pré-candidatura de Leonardo Bandeira é uma jogada política com vistas as eleições para prefeito de Juazeiro em 28.
Como a história se repete em nossa cidade.
O tempo das capitanias hereditárias é coisa do passado.
Agora eu lhe pergunto:
A bandeira de "BANDEIRA," ainda é JUAZEIRO?
(*) Médico, e colunista do TMNews do Vale
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