Força-tarefa combate desmatamento ilegal no semiárido com apoio de órgãos estaduais e Ministérios Públicos estaduais - Foto: Fiscalização/Ibama
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagrou, neste mês de março, a Operação Mandacaru, uma ação nacional para combater o desmatamento ilegal na Caatinga. Até o momento, a fiscalização resultou na aplicação de R$ 5.369.300,00 em multas, distribuídas em 91 autos de infração, além do embargo de 3.900,163 hectares de áreas desmatadas irregularmente.
A operação ocorre de forma simultânea nos estados do semiárido brasileiro e conta com o apoio de órgãos estaduais de meio ambiente e dos Ministérios Públicos estaduais. As autuações foram direcionadas a responsáveis por supressão de vegetação nativa sem autorização legal.
Como medida para interromper os danos ambientais, o Ibama determinou o embargo das áreas atingidas, impedindo o uso econômico dessas regiões até a recuperação da vegetação. A ação busca garantir a regeneração dos ecossistemas e conter o avanço do desmatamento no bioma.
As infrações identificadas serão encaminhadas aos Ministérios Públicos estaduais para responsabilização penal dos envolvidos. As operações integradas terão continuidade ao longo do ano.
Bioma exclusivo e sensível
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, o que significa que grande parte da sua biodiversidade não é encontrada em nenhum outro lugar do planeta. Apesar da falsa aparência de resiliência associada ao clima semiárido, trata-se de um ecossistema frágil e extremamente sensível à interferência humana. Sua vegetação, adaptada à escassez hídrica, desempenha um papel fundamental na regulação do clima, na manutenção dos recursos hídricos e na subsistência de milhares de famílias que dependem dos recursos da sociobiodiversidade. Proteger a Caatinga é, portanto, proteger um patrimônio natural e cultural inestimável para as futuras gerações do Nordeste e do país.
Assessoria de Comunicação do Ibama
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