Olá carissimos,
Demorei um pouquinho pra fazer esse artigo, estava digerindo mais uma derrota do Brasil. Deixei a emoção e adrenalina baixarem para poder agir com a razão, apesar de saber que com essa atual seleção, faltando pouco mais de 70 dias para a copa do Mundo, é muito difícil o cidadão não sair do serio e não se estressar.
A seleção brasileira voltou a protagonizar mais um capítulo constrangedor em sua trajetória recente. Diante da França, em amistoso que deveria servir como teste e ajuste fino para a Copa do Mundo, o que se viu foi um time desorganizado, emocionalmente instável e, sobretudo, incapaz de reagir mesmo com a vantagem numérica em campo.
O selecionado brasileiro perdeu o amistoso por 2 a 1 para a França, mesmo com um jogador a mais. O resultado, por si só, já seria preocupante, mas o contexto transforma a derrota em mais um vexame da chamada “amarelinha”.
Sim, o Brasil teve um jogador a mais. Mas, em vez de impor ritmo, pressionar e mostrar superioridade, assistiu passivamente a seleção francesa dominar as ações, como se estivesse em igualdade, ou até em superioridade. Um retrato fiel da falta de comando, de identidade e de competitividade que hoje assombra a equipe canarinho.
A expulsão do adversário, que deveria ser o ponto de virada da partida, escancarou ainda mais as fragilidades do Brasil. Faltou intensidade, sobrou toque de bola improdutivo e erros primários se repetiram ao longo do jogo. Um time lento, previsível e sem alma e o time francês, apesar da desvantagem numérica se superou e ainda ampliou o placar quando vencia por 1 x 0.
O mais preocupante não é apenas o resultado, mas a postura. Jogadores dispersos, pouca entrega e um sistema tático que parece não existir. A seleção que já foi sinônimo de respeito e temor agora coleciona atuações apagadas e vexatórias, mesmo em cenários favoráveis.
Diante de mais esse cenário preocupante, um velho roteiro volta à tona: o nome de Neymar reaparece como esperança para a Copa do Mundo. Após mais um vexame da seleção, cresce a pressão para que o camisa 10 volte a ser o protagonista e, mais uma vez, carregue a responsabilidade de tentar resgatar o futebol brasileiro.
O belíssimo time da França de Mbapper e Cia, por sua vez, deu show de futebol e de organizada tática em campo, objetiva e fria, soube explorar a apatia brasileira e transformar a superioridade numérica do adversário em mero detalhe irrelevante.
O torcedor brasileiro, mais uma vez, sai frustrado e com a sensação de que a camisa mais pesada do futebol mundial está sendo tratada com leveza demais. Se nada mudar, o risco de um novo fracasso na próxima copa do mundo que se aproxima deixa de ser hipótese e passa a ser uma quase certeza.
O vexame não está apenas no placar. Está na atitude. Está na falta de vergonha em campo. E, principalmente, na ausência de reação de uma seleção que parece ter desaprendido a competir.
(*) Redator chefe do TMNews do Vale
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