A Caatinga enfrenta um desmatamento acelerado, com a maior área contínua de destruição identificada em Petrolina (PE), impulsionada pela expansão agropecuária, carvão vegetal e, recentemente, energia solar/eólica. Estudos indicam que quase metade do bioma já foi degradada, com mais de 12 milhões de hectares suprimidos entre 2001 e 2022, ameaçando a biodiversidade.
Pontos-chave da devastação na Caatinga:
Foco em Petrolina: O município destaca-se negativamente com grandes áreas de devastação contínua, evidenciando o avanço do desmatamento na região do Submédio São Francisco.
Motores do Desmatamento: As principais causas incluem a substituição da vegetação nativa por agricultura irrigada, uso indevido do solo e extração de madeira para produção de lenha/carvão.
Desertificação e Impacto: Áreas como Cabrobó (PE) tornaram-se núcleos de desertificação, com perda severa da biodiversidade e impacto na agricultura local.
Monitoramento e Dados: Entre 2001 e 2022, o desmatamento acumulado superou o tamanho do estado de Pernambuco. Dados do MapBiomas Brasil indicam que pouco mais da metade do bioma ainda mantém vegetação nativa.
Regiões Críticas: Além de Pernambuco, o Piauí tem registrado recordes de desmatamento, inclusive com grandes áreas de supressão de vegetação nativa.
O avanço sobre a vegetação nativa é um processo acelerado que desconsidera, muitas vezes, a necessidade de manejo sustentável, com a recuperação das áreas degradadas sendo lenta e de alto custo.
Fonte: Instituto Escolhas
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