O jornalista Jamal Al-Gharabi, da Al Mayadeen, segura um colete de imprensa ao lado de um carro destruído por um ataque israelense matou três de seus colegas: Fatima Ftouni (repórter da Al Mayadeen) e Mohammed Ftouni (cinegrafista), e Ali Shaib (repórter da Al Manar) — Foto: Ali Hankir/Reuters
Jornalista segura fotos de Fatima Ftouni e Ali Shaib, mortos por Israel em ataque aéreo no sul do Líbano em 28 de março de 2026 — Foto: IBRAHIM AMRO / AFP
A Organização Mundial da Saúde (OMS) acusou Israel de matar que nove paramédicos em cinco ataques distintos contra serviços de saúde no sul do Líbano neste sábado (28). Sete outros profissionais teriam ficado feridos.
Em outro bombardeio, Israel assassinou três jornalistas libaneses: Fatima Ftouni, repórter da Al Mayadeen, Mohammed Ftouni, cinegrafista, e Ali Shaib, repórter da Al Manar.
Os três estavam em um carro perto da cidade de Jezzine, no sul do país, onde forças israelenses realizam bombardeios.
O conflito no Orietnte Médio, iniciado com os ataques de EUA e Israel ao Irã, completam um mês neste sábado (28).
Israel disse que Ali Shaib era membro da força Radwan, pertencente ao grupo extremista Hezbollah, "que operava há anos sob o disfarce de jornalista".
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, condenou os ataques aos paramédicos em uma postagem nas redes sociais.
Ele diz que os ataques repetidos prejudicam gravemente os serviços de saúde no sul do Líbano. Quatro hospitais e 51 centros de atenção primária à saúde estão fechados, e diversas outras unidades estão operando com capacidade reduzida, disse ele.
G1 - Mundo
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