Por Taciano Medrado*
Olá carissimos,
O que deveria ser uma investigação rigorosa, transparente e comprometida com a verdade transformou-se, mais uma vez, em um espetáculo previsível promovida pela turma de governistas Lulopetistas do "abafa o caso" que escancaradamente se nem nenhum pudor buscou a todo custo impedir os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista do INSS, um roteiro prenunciado da a velha e indigesta “pizza” vermelha. Afinal, o que importava era blindar o filhinho querido do Chefe-Mor, o Lulinha. E conseguiram!
A chamada CPMI do INSS, que foi criada apara apurar irregularidades gravíssimas de descontos indevidos e fraudes dos aposentados e pensionistas dentro de um dos órgãos mais sensíveis da máquina pública, parece caminhar para um desfecho que pouco ou nada entregará à população. E não por falta de indícios ou de fatos relevantes, mas sim pela condução política dos Lulopetistas comunistas que fizeram o diabo para barrar as investigações.
A base governista, alinhada ao Palácio do Planalto, atuou e ainda atua de forma sistemática para esvaziar o alcance das investigações. Requerimentos são barrados, convocações estratégicas são engavetadas e depoimentos-chave acabam sendo diluídos em meio a uma narrativa cuidadosamente construída para proteger aliados e minimizar danos políticos.
Como se não bastasse, o papel do Supremo Tribunal Federal, que deveria funcionar como guardião da Constituição e garantidor do equilíbrio entre os Poderes, entra no centro do debate. Decisões que interferem diretamente no andamento da comissão levantam questionamentos legítimos sobre até que ponto há isenção ou se há, na prática, uma blindagem institucional disfarçada de legalidade.
O desfecho da comissão reforça ainda mais essa percepção. Por 19 votos a 12, foi rejeitado, na madrugada deste sábado (28), o relatório final apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar, que tratava das investigações sobre fraudes e descontos não autorizados em benefícios de aposentados.
Após a rejeição, o presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana, deu por encerrados os trabalhos da comissão , decisão que, para muitos, selou o destino já esperado: nenhuma conclusão efetiva e nenhum responsável devidamente apontado.
Se aprovado, o relatório teria sido encaminhado a órgãos como a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, com sugestões de indiciamentos. Caberia a essas instituições avaliar a abertura de investigações formais ou o oferecimento de denúncias à Justiça.
Nos momentos finais, a tensão tomou conta da comissão. Parlamentares governistas chegaram a apresentar um relatório paralelo, com quase duas mil páginas, incluindo nomes como o do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro. No entanto, a tentativa esbarrou em questões regimentais: seria necessária a designação de um novo relator, o que não ocorreu.
O presidente da comissão rejeitou os pedidos para leitura do relatório paralelo e, em meio a gritos e troca de acusações entre governistas e oposicionistas, encerrou rapidamente a sessão, colocando um ponto final em uma das CPMIs mais controversas dos últimos tempos.
Mesmo com a rejeição do parecer, Carlos Viana afirmou que encaminhará integralmente o relatório aos órgãos competentes. Ainda assim, o gesto soa mais como formalidade do que como uma resposta concreta às expectativas da sociedade.
O resultado é um cenário que reforça a sensação de impunidade. Para o cidadão comum, aquele que paga impostos e depende de serviços públicos, resta a impressão de que há dois pesos e duas medidas: rigor extremo para alguns, complacência conveniente para outros.
Que venham as eleições de 2026 e que esses deputados e senadores, que foram e continuam sendo, contra as investigações dos escândalos do INSS sejam repudiados e rejeitados nas urnas e jogados no bueiro imundo dos esgotos de onde nunca deveriam ter saído.
(*) Professor , redator chefe do TMNews do Vale, analista político e cidadão brasileiro indignado
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