TEMPOS SOMBRIOS: Despesas públicas do Governo Lula 3 superam R$ 560 bi em 2026

E a turma do “Faz o L” ainda quer dar um cheque em branco para Lula em 2026?
Por: Taciano Medrado*

As despesas públicas brasileiras já ultrapassaram a marca de R$ 560 bilhões em 2026, escancarando mais uma vez o descompasso crônico entre arrecadação e gasto no país. Os dados podem ser acompanhados em tempo real na plataforma Gasto Brasil, ferramenta desenvolvida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de São Paulo (ACSP).

Do total apurado até agora, mais de R$ 230 bilhões correspondem aos gastos da União, enquanto R$ 160 bilhões saem dos cofres dos estados e do Distrito Federal, e outros R$ 175 bilhões pesam sobre os municípios. Os números foram consolidados na segunda-feira (2) e englobam despesas com pessoal e encargos sociais, investimentos, inversões financeiras e demais gastos correntes.

O dado mais alarmante, porém, surge quando se cruza essa montanha de despesas com a arrecadação tributária registrada pelo Impostômetro. Até o mesmo período, a arrecadação somava cerca de R$ 480 bilhões, ou seja, o Estado já gastou mais do que arrecadou. O Impostômetro contabiliza todos os tributos recolhidos pelas três esferas de governo, incluindo impostos, taxas, contribuições, multas, juros e correção monetária.

Em outras palavras: o brasileiro paga cada vez mais impostos, mas o governo gasta ainda mais, e com uma eficiência que segue sendo motivo de descrédito. Mesmo diante desse cenário, há quem defenda ampliar gastos, flexibilizar regras fiscais e conceder, sem questionamentos, um verdadeiro cheque em branco ao atual governo.

A pergunta que não quer calar é simples e incômoda: até quando a conta dessa gastança será empurrada para o colo do contribuinte, enquanto setores ideológicos seguem repetindo slogans e fechando os olhos para os números?

Por fim, o “Faz o L” pode até render aplausos em bolhas militantes, mas não paga a fatura de um Estado que gasta mais do que pode, e menos do que deveria em eficiência e responsabilidade.


(*) Professor de Analise de Investimentos  e Gestão Financeira, redator chefe do TMNews do Vale 

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