MAIOR GAFE DO SÉCULO: Síndrome da senilidade? Depois de Biden nos EUA, agora é a vez de Lula no Brasil.


Lula chama Janja de “Marisa” em evento e episódio gera constrangimento geral. Veja vídeo!

Foto captura de tela

Por Taciano Medrado*

O debate sobre a idade avançada de chefes de Estado voltou ao centro da arena política internacional nos últimos anos. Nos Estados Unidos, episódios envolvendo lapsos de memória do presidente Joe Biden alimentaram questionamentos sobre capacidade, vigor e lucidez para o exercício do cargo mais poderoso do mundo. No Brasil, fato recente envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reacendeu discussão semelhante.

Durante um evento público, Lula chamou a atual esposa, Janja, pelo nome de sua falecida ex-esposa, Marisa Letícia. O momento, registrado em vídeo e amplamente repercutido nas redes sociais, gerou visível constrangimento. Embora deslizes verbais possam ocorrer com qualquer pessoa, sobretudo sob pressão e exposição constante, o episódio foi rapidamente interpretado por críticos como mais um sinal de desgaste natural provocado pela idade e pelo peso da função presidencial.

A questão que emerge não é meramente pessoal, mas institucional. O comando de uma nação exige clareza mental, prontidão e capacidade de articulação contínua. Quando líderes acumulam episódios de confusão verbal ou lapsos públicos, a opinião pública tende a associar esses fatos à perda de vigor, ainda que nem sempre haja base concreta para conclusões mais graves.

É preciso cautela para não transformar um erro humano em diagnóstico precipitado. Contudo, também é legítimo que a sociedade discuta a preparação física e cognitiva de seus governantes, independentemente de ideologia. A Presidência da República não é apenas um cargo político; é uma função de altíssima responsabilidade estratégica, diplomática e administrativa.

No caso brasileiro, o episódio ganhou contornos simbólicos. Lula, figura central da política nacional há décadas, carrega consigo a imagem de liderança experiente. Entretanto, experiência não anula os efeitos do tempo. A longevidade na vida pública pode ser virtude, mas também traz questionamentos inevitáveis.

A comparação com o cenário americano reforça uma tendência global: democracias têm colocado no poder líderes cada vez mais idosos, enquanto a população observa atentamente sinais de cansaço, lapsos e desgaste. Não se trata de etarismo, mas de responsabilidade institucional.

No fim das contas, o episódio pode ser apenas um equívoco pontual. Porém, em tempos de polarização extrema, cada gesto e cada palavra ganham peso ampliado. E, na política, a percepção muitas vezes se torna tão relevante quanto a realidade.

O constrangimento momentâneo talvez se dissipe. O debate sobre idade, preparo e capacidade para governar, contudo, está longe de desaparecer.

(*) Professor e analista político


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