Lula e as declarações de um parvo: "não quero ir para o céu, eu prefiro o inferno da Terra"



Por: Taciano Medrado*

Olá caríssimos,

Mais uma vez, Lula abre a sua mala  de ferramentas, tira  mais uma gafe,  e  protagoniza declarações que chocam menos pelo conteúdo e mais pela naturalidade com que são ditas. 

Ao afirmar que não quer ir para o céu e que prefere o “inferno da Terra”, o presidente não apenas faz uma bravata retórica: ele expõe, sem rodeios, o desprezo pelo simbolismo, pela liturgia do cargo e pelo mínimo de responsabilidade que se espera de um chefe de Estado.

Nesta sexta-feira (6), o presidente Lula (PT) voltou a insistir nesse tipo de discurso ao declarar que não quer ir para o céu agora, pois pretende viver até os 120 anos. Durante um evento do governo federal voltado à entrega de equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), dentro do Novo PAC Saúde, Lula afirmou que gosta do “inferno na Terra” e chegou a dizer que pede a Deus para levar outras pessoas em seu lugar, arrancando risos de parte da plateia de militontos doutrinados.

" Eu me determinei viver até 120 anos de idade. E se eu quero viver, se eu quero viver, tô tentando fazer um acordo com Deus, tô dizendo: “Eu não quero. Vai levando outro, deixa eu aqui. Deixa eu aqui nesse martírio, nesse inferno da terra, eu gosto tanto dele que eu não quero ir pro céu. Eu quero ficar aqui”.
 
Como se não bastasse, Lula ainda pediu ajuda ao deputado federal e pastor Sargento Isidório (Avante-BA), que estava no palco com outras autoridades:

"Pastor, me ajuda a ficar aqui, cara. Faça suas preces, faça para mim ficar aqui".

A fala, dita em tom de deboche, escancara um problema recorrente do lulismo: a ausência total de filtro entre o cérebro e a boca. Não se trata de uma frase isolada ou de um deslize ocasional, mas de um padrão. Lula governa como fala — improvisando, provocando, dividindo e tratando temas sérios como se estivesse em uma mesa de bar, não na Presidência da República.

Quando um presidente relativiza valores que são caros a milhões de brasileiro, como fé, ética, responsabilidade moral e respeito à vida, ele não atinge apenas seus adversários políticos, mas também fragiliza a imagem institucional do país. O problema não é usar metáforas terrenas, mas transformar crenças religiosas e o próprio cargo máximo da República em piada de ocasião.

O “inferno da Terra” ao qual Lula diz gostar não é força de expressão. Ele se traduz em gastos públicos descontrolados, aparelhamento do Estado, alianças políticas questionáveis e uma economia que insiste em jogar a conta no colo da população. Enquanto o presidente brinca com palavras e faz “acordos com Deus” em palanque, o brasileiro comum enfrenta inflação, impostos elevados e serviços públicos precários.

No fim das contas, a declaração não revela irreverência, mas descaso. Descaso com o peso da palavra presidencial, com a simbologia do cargo e com a obrigação de liderar pelo exemplo. Lula pode até dizer que prefere o “inferno da Terra”, mas o drama é que milhões de brasileiros não tiveram essa escolha ,apenas foram condenados a conviver com ele.

(*) Professor, redator chefe e analista politico 

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