Foto montagem TMNews do Vale
Por Taciano Medrado*
A segunda fase prévia da Copa Libertadores da América começou de forma preocupante para o futebol brasileiro. Jogando fora de casa, Botafogo de Futebol e Regatas e Esporte Clube Bahia foram derrotados em seus compromissos de ida e agora entram pressionados para os confrontos decisivos da próxima semana.
Em Potosí, na Bolívia, o Botafogo enfrentou não apenas o Club Atlético Nacional Potosí, mas também os implacáveis 4.200 metros de altitude da cidade andina. No estádio Estadio Víctor Agustín Ugarte, a equipe brasileira foi claramente afetada pelas condições físicas adversas e acabou derrotada por 1 a 0. O gol da vitória boliviana saiu no início da segunda etapa, marcado pelo lateral Baldomar.
A partida foi marcada por baixo nível técnico e visível desgaste físico de ambos os lados, consequência direta da altitude extrema. Ainda assim, chances foram criadas. O Nacional foi mais eficiente e soube transformar a oportunidade em vantagem no placar.
O resultado obriga o time comandado por Martín Anselmi a buscar uma atuação sólida no jogo de volta, no estádio Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis; triunfo por dois ou mais garante classificação direta no tempo regulamentar. Qualquer outro resultado elimina o Alvinegro.
Tropeço do Bahia no Chile
No Chile, o Bahia também encontrou dificuldades diante do Club Deportivo O'Higgins, no estádio Estadio El Teniente, em Rancágua. O revés por 1 a 0 foi construído logo aos três minutos de jogo, com belo chute do atacante Francisco González, que surpreendeu a defesa tricolor.
Após sofrer o gol cedo, o Bahia tentou reagir, mas encontrou dificuldades para furar o bloqueio chileno. A equipe baiana agora precisa vencer em Salvador por dois ou mais gols de diferença para avançar no tempo normal. Caso vença por apenas um gol, a vaga será definida nas penalidades máximas.
Pressão e responsabilidade
Os resultados acendem um sinal de alerta. A fase prévia da Libertadores não admite erros sucessivos, e a margem para recuperação é curta. Apesar das derrotas fora de casa não serem definitivas, o desempenho apresentado exige ajustes táticos e, sobretudo, maior eficiência ofensiva.
Na próxima semana, diante de suas torcidas, Botafogo e Bahia terão a responsabilidade de reafirmar a força do futebol brasileiro no cenário continental. A classificação ainda é possível, mas dependerá de postura, intensidade e capacidade de decisão nos momentos cruciais.
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