O dólar comercial encerrou o último pregão em leve baixa de 0,04% frente ao real, cotado a R$ 5,23. O câmbio destoou da tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,20%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pelo avanços das commodities, sobretudo o petróleo, reforçando a percepção de uma balança comercial brasileira favorável, e pela divulgação do IBC-Br, a “prévia do PIB”, de dezembro, que mostrou resultado acima do esperado pelo mercado, apesar da retração.
Divulgado pelo Banco Central nesta quinta-feira (19), o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) de dezembro de 2025 — considerado a “prévia do PIB” — mostrou retração de 0,2% em relação a novembro e um crescimento total de 2,5% no ano. O resultado mostrou desaceleração da atividade econômica brasileira em 2025, considerando o crescimento de 3,4% apresentado em 2024.
Apesar do recuo, o IBC-Br veio mais alto do que o esperado pelo mercado e por economistas que, segundo pesquisa da Reuters, esperavam um recuo de 0,5% para o indicador em dezembro.
Segundo analistas do setor, o resultado do IBC-Br mostrando uma desaceleração da atividade econômica contribuiu para a visão da manutenção dos juros elevados por mais tempo no país, o que preservaria o diferencial de taxas e contribuiria para a continuidade do fluxo de capital estrangeiro para o país. Com a sinalização do BC de um início do afrouxamento monetário em março, isso deve indicar que os cortes deverão ser mais marginais e realizados gradualmente.
No exterior, os preços das commodities avançaram durante a sessão. Em meio às tentativas dos EUA e do Irã de resolver as negociações sobre o programa nuclear do país árabe, os preços do petróleo apresentaram considerável alta.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,31%, cotado a R$ 6,15.
Fonte: Brasil 61
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