O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,10% frente ao real, cotado a R$ 5,13, acumulando baixa de 0,81% na semana e de 2,16% no mês. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,20%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela cautela geopolítica mas, principalmente, pela divulgação de dados de inflação acima do esperado, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) estadunidense subiu 0,5% entre dezembro e janeiro, segundo informou o Departamento do Trabalho, com um avanço anual de 2,9%. As expectativas do mercado, segundo analistas, eram de altas de 0,3% entre dezembro e janeiro e 1,6% no período anual.
Após a terceira rodada de negociações entre os EUA e o Irã na quinta-feira (26), o presidente Donald Trump afirmou, nesta sexta (27), que não está satisfeito com o país interlocutor e que deseja chegar a um acordo, mas inflamou o discurso dizendo que “às vezes é necessário” utilizar o poderio militar.
No cenário doméstico, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de fevereiro, considerado a prévia da inflação, que mostrou aumento de 0,84% e acumulou alta de 4,10% em 12 meses. Segundo a pesquisa Projeções Broadcast, a expectativa era de que o número avançasse 0,56%. Contudo, o índice se mantém dentro da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 3%, com margem de tolerância de 1,5% para cima ou para baixo.
Segundo analistas do setor, a divulgação do IPCA-15 bem acima das projeções puxou os mercados de DI para cima e implicou na manutenção da atratividade de capital estrangeiro pelo diferencial de juros brasileiro, o que contribuiu para a valorização do real frente ao dólar na sessão.
Cotação do euro
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em estabilidade, cotado a R$ 6,06.
Fonte: Brasil 61
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