O caso que revoltou o Brasil, envolvendo quatro adolescentes responsáveis pela morte do cão Orelha com requintes de crueldade, em área nobre de Florianópolis, em Santa Catarina, ganhou mais um capítulo.
A Polícia Civil do estado colheu o depoimento de mais um dos adolescentes suspeitos de torturar e matar o animal. A Delegacia Especializada do Adolescente em Conflito com a Lei de Florianópolis é quem cuida do caso.
Informações divulgadas pela polícia apontam que, até o momento, não foram encontrados indícios de que o crime brutal tenha sido motivado por desafio de redes sociais. Os agentes ainda vão ouvir o depoimento de mais um adolescente envolvido.
Relatórios policiais indicam que o grupo é suspeito de participar de uma sessão sádica de tortura contra o cão Orelha, que precisou ser submetido à eutanásia em consequência da gravidade dos ferimentos.
Além disso, como se não bastasse o grau de violência, apurações apontam para uma tentativa de afogamento contra um segundo cachorro, chamado Caramelo, que conseguiu fugir.
A Delegacia Especializada apura a prática de maus-tratos a animais, atos análogos à depredação de patrimônio e crimes contra a honra praticados contra profissionais que atuam na região da Praia Brava.
ECA
Apesar de ter se caracterizado por ser um crime horrendo, a ação dos adolescentes, com idades entre 12 e 18 anos incompletos, está incluído no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e não no Código Penal.
Ao término das investigações, no caso da conformação das autorias do crime, o relatório final será encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei.
A legislação brasileira estabelece um prazo máximo de três anos de internação como medida socioeducativa.
Fonte: Revista Fórum
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