Um ano de governo Andrei, e Juazeiro continua nadando em merda

Cheiro no coração? E a dignidade e o respeito ao cidadão juazeirense, onde ficam?

Por Taciano Medrado*

Caríssimos,

Passado um ano de governo Andrei, Juazeiro segue convivendo com um problema antigo, vergonhoso e simbólico: o mau cheiro que toma conta de bairros inteiros e expõe, de forma escancarada, a incapacidade administrativa de resolver o básico. Não se trata apenas de um odor insuportável, mas de um retrato fiel de uma gestão que prometeu mudança e entregou continuidade do descaso.

Durante a campanha, o discurso era de modernização, eficiência e cuidado com a cidade. Na prática, o que a população sente, literalmente, é a falta de planejamento, a omissão diante dos problemas de saneamento e a ausência de ações concretas e duradouras. Juazeiro fede porque o poder público fecha os olhos, empurra responsabilidades e trata o sofrimento diário da população como algo normal.

O mau cheiro que se espalha não escolhe classe social, mas atinge com mais força os bairros periféricos, onde o povo já convive com esgoto a céu aberto, lixo acumulado e serviços precários. Um ano se passou e o que se vê são notas, promessas, reuniões e discursos, enquanto a realidade segue a mesma: ruas sujas, canais abandonados e nenhuma solução estrutural apresentada.

A situação do bairro Santo Antônio é mais um exemplo gritante desse abandono. Uma moradora encaminhou foto registrando o extravasamento da rede de esgotos na rua Santa Luzia, denunciando o descaso contínuo do poder público com a população local. No relato, ela desabafa:

“Meu querido, olha a situação da rua Santa Luzia, o esgoto estourado, tá um mal cheiro terrível. O SAAE vem, suga e com dois dias volta tudo outra vez, não procuram a causa do problema. Um grande abraço”.

Segundo a reclamante, a virada de ano foi vivida dessa forma, com a rede de esgotamento sanitário completamente entupida, transformando o que deveria ser um momento de celebração em mais um episódio de sofrimento e indignação para os moradores (Fonte: RedeGN).

O problema do fedor virou metáfora perfeita deste primeiro ano de gestão: muito marketing, pouca ação; muita fala, nenhum resultado. Governar não é culpar gestões passadas indefinidamente, mas assumir responsabilidades e apresentar respostas. E até agora, Andrei falhou nesse compromisso básico com a saúde, a dignidade e o respeito ao cidadão juazeirense.

Juazeiro não precisa de desculpas, precisa de soluções. Não precisa de propaganda, precisa de saneamento, limpeza urbana eficiente e fiscalização séria. Um ano depois, a cidade continua fedendo,  e não é só pelo esgoto, mas pela sensação de abandono que paira no ar.

(*) Redação TMNews do Vale 

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