Soberania ou tirania? As atrocidades do ditador Nicolás Maduro de 2013 a 2025


Vejam quem Lula, o PT e os comunistas do Brasil, da América Latina e do mundo defendem - um dos maiores tiranos do século XXI
Por Taciano Medrado 

Olá carissimos, 

Em nota o mandatário brasileiro, Lula(PT)   sai em defensa  de um dos maiores tiranos do século XXI, O ditador  chamado Nicolás Maduro, que desde que assumiu o poder em 2013. 

Após a morte de Hugo Chávez, Nicolás Maduro consolidou na Venezuela um dos regimes mais autoritários e violentos da história recente da América Latina. Sob o discurso de “defesa da revolução”, o que se viu ao longo de mais de uma década foi a destruição sistemática da democracia, o esmagamento das liberdades civis e a imposição do medo como método de governo.

Maduro não governou: dominou. A partir de eleições amplamente questionadas, perseguição a adversários políticos e controle das instituições, o regime transformou o Estado em um instrumento de repressão. O Parlamento eleito foi esvaziado, o Judiciário tornou-se submisso ao Executivo e as Forças Armadas passaram a atuar como pilar de sustentação do poder, não como garantidoras da Constituição.

As ruas venezuelanas foram palco de protestos massivos entre 2014 e os anos seguintes, todos reprimidos com violência. Jovens, estudantes, trabalhadores e idosos enfrentaram forças de segurança e grupos paramilitares armados. O saldo foi trágico: mortes, prisões arbitrárias, torturas denunciadas por organismos internacionais e milhares de presos políticos silenciados por medo ou exílio forçado.

No campo social, o regime conduziu o país a um colapso histórico. A Venezuela, dona das maiores reservas de petróleo do mundo, mergulhou na miséria. A hiperinflação corroeu salários, hospitais ficaram sem insumos básicos, crianças passaram a sofrer de desnutrição severa e milhões de venezuelanos foram obrigados a deixar o país, protagonizando um dos maiores êxodos do planeta. Essa tragédia humanitária não foi obra do acaso, mas resultado direto de corrupção, incompetência e autoritarismo.

A imprensa livre foi tratada como inimiga. Canais de TV foram fechados, rádios silenciadas, jornais estrangulados economicamente e jornalistas perseguidos. Falar a verdade tornou-se um ato de coragem. Nas redes sociais, cidadãos comuns passaram a ser vigiados e punidos por críticas ao regime, num ambiente típico de ditaduras clássicas.

Entre 2019 e 2025, Maduro manteve-se no poder apesar do isolamento internacional, de sanções e de sucessivas denúncias de crimes contra os direitos humanos. Relatórios internacionais apontaram execuções extrajudiciais, repressão sistemática e uso do aparato estatal para eliminar qualquer possibilidade real de alternância de poder. Ainda assim, o ditador insistiu na farsa democrática, enquanto o povo seguia pagando o preço.

As atrocidades do regime Maduro não podem ser relativizadas nem romantizadas por conveniência ideológica. Trata-se de uma ditadura que destruiu um país inteiro, esmagou sonhos e transformou a esperança em desespero. 

De 2013 a 2025, a história registrará Nicolás Maduro não como líder popular, mas como símbolo do fracasso moral, político e humano de um projeto de poder sustentado pela força, pela mentira e pelo medo.

(*) Redação TMNews do Vale 

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