REMINISCÊNCIA: Imagens históricas registram a relação entre Lula e o comunismo Chavista e Madurista da Venezuela

Fotomontagem - TMNews do Vale

Por Taciano Medrado*

Como professor e pesquisador, eu dedico esse artigo aos jovens, de hoje, militontos doutrinados pelo Lulopetismo comunista, já que eles não  estudaram a  história do Brasil e do Mundo,  e se recusam a enxergar a verdade sobre o líder petista.

Reminiscência 

A relação entre Luiz Inácio Lula da Silva e o projeto político implantado na Venezuela por Hugo Chávez, e aprofundado por Nicolás Maduro, não é recente, episódica ou fruto de circunstâncias momentâneas. Ela atravessa décadas, discursos, gestos diplomáticos e alianças ideológicas que ficaram registradas na história ,e também nas imagens.

Desde os anos 2000, Lula tratou o chavismo como um “modelo alternativo” para a América Latina, relativizando denúncias de autoritarismo, aparelhamento do Estado, perseguição a opositores e destruição das instituições democráticas venezuelanas. Enquanto a imprensa internacional alertava para o fechamento de jornais, o controle do Judiciário e o colapso econômico, o discurso oficial brasileiro insistia em chamar a Venezuela de “democracia em construção”.

Com a morte de Chávez, Lula manteve o alinhamento com seu sucessor, Nicolás Maduro, mesmo diante de um cenário humanitário devastador: milhões de refugiados, inflação recorde, fome, repressão violenta a protestos e eleições amplamente questionadas por organismos internacionais. Ainda assim, o governo Lula 3 voltou a tratar Maduro como “líder legítimo”, tentando reabilitá-lo no cenário internacional sem exigir contrapartidas reais em termos de democracia e direitos humanos.

As imagens históricas não mentem porque são testemunhas silenciosas da coerência ideológica, não com a democracia liberal, mas com um projeto de poder de viés autoritário, estatizante e personalista. Abraços, encontros calorosos e declarações públicas revelam mais do que notas diplomáticas cuidadosamente redigidas: revelam afinidade política.

Negar essa proximidade é tentar reescrever a história. E a história, diferentemente dos discursos, não se apaga. Ela permanece registrada, nos fatos, nos resultados e nas imagens.

Por fim, a verdade sempre prevalecerá sobre a mentira, pois essa última tem pernas curtas.

(*) Professor e redator chefe do TMNews do Vale

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