Caríssimos leitores,
De tanto ouvir mentiras atrás de mentiras, ditas pelo atual mandatário do Brasil, chamado Lula do PT, fui inspirado em escrever esse artigo.
A mentira exige memória, cálculo e encenação. Quem mente precisa lembrar o que disse ontem para não se contradizer hoje, ajustar datas, inverter versões, criar atalhos na narrativa.
É como tentar alinhar vários relógios quebrados: cedo ou tarde, um deles denuncia o erro. A mentira vive de remendos, de explicações adicionais, de versões “atualizadas” que tentam corrigir falhas anteriores.
Por isso, a grande fragilidade da mentira está no tempo. Quanto mais ele passa, mais perguntas surgem: quem fez o quê? em qual momento? por qual motivo? E cada nova pergunta é um risco. A cronologia se embaralha, os fatos deixam de encaixar, e a narrativa começa a desmoronar sob o peso das próprias incoerências.
A verdade, ao contrário, não precisa de artifícios. Ela segue em linha reta. Os fatos permanecem os mesmos ontem, hoje e amanhã. Não há necessidade de ajustar versões nem de apagar rastros. A verdade pode até ser incômoda, dura ou inconveniente, mas tem uma força que o tempo não corrói. Ela resiste porque não depende de encenação, apenas de coerência.
No fim, o tempo é o maior juiz. A mentira corre em círculos tentando se sustentar; a verdade avança em frente, firme, esperando apenas o momento certo para aparecer. E quando aparece, não grita: apenas se confirma.
(*) Professor e psicopedagogo
Não
deixe de curtir nossa página www.profesortacianomedrado.com e no Facebook e também Instagram para
acompanhar mais notícias do TMNews do Vale (Blog do professor TM)
Envie
informações e sugestões para o TMNews do Vale
pelo e-mail: tmnewsdovale@gmail.com


Postar um comentário