Olá carissimos,
Chego a 2026 com uma convicção simples e, ao mesmo tempo, desafiadora: é tempo de ouvir mais e falar menos. Não por silêncio vazio, mas por escuta consciente. Aprendi que muitas respostas já existem, espalhadas nas experiências das pessoas, nos gestos cotidianos, nas dores que não ganham microfone e nas esperanças que insistem em sobreviver.
Ouvir é um exercício de humildade. Exige suspender certezas, desacelerar julgamentos e abrir espaço para o outro existir como é. Em um mundo barulhento, onde todos disputam atenção, escolher escutar é um ato de coragem. É reconhecer que ninguém constrói nada relevante sozinho e que a verdade costuma ser maior do que a nossa opinião.
Percebi que ser polêmico não constrói e sequer edifica; pelo contrário, macula o interior, nos torna vulneráveis aos abutres que, à espreita, aguardam o momento de dar o golpe fatal. A polêmica vazia alimenta egos, mas empobrece ideias e desgasta propósitos.
Falar menos não significa se omitir. Significa escolher melhor as palavras, respeitar o tempo, entender o contexto. É trocar o discurso automático pela palavra necessária; a reação impulsiva pela reflexão responsável. Quando falo menos, erro menos, e quando ouço mais, aprendo mais.
Em 2026, minha filosofia é caminhar com mais atenção e menos pressa. É valorizar o diálogo verdadeiro, aquele que não busca vencer, mas compreender. É ouvir para decidir melhor, ouvir para agir com justiça, ouvir para servir com responsabilidade.
Que este seja um ano em que a escuta construa pontes, cure ruídos e aproxime pessoas. Porque, no fim das contas, ouvir é uma das formas mais profundas de respeito, e talvez a mais sincera de sabedoria.
(*) Professor e Psicopedagogo
Não
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