Por: Taciano Medrado*
Olá carissimos,
Que Lula é um mentiroso contumaz todo mundo já sabe, mas ele ter a cara de pau de propor um projeto pra colocar na cadeia quem mentir, sinceramente esse senhor só pode está senil. Ele será o primeiro da fila para ir para o xilindró diante de tantas mentiras que já disse, em especial para os seus doutrinados e fieis Lulopetistas.
Há algo de profundamente irônico, e preocupante, quando o presidente da República decide discursar contra a mentira como se estivesse acima de qualquer suspeita. Em mais um de seus pronunciamentos, Lula resolveu assumir o papel de paladino da verdade, ignorando deliberadamente o próprio histórico político marcado por contradições, versões mutáveis dos fatos e promessas não cumpridas.
O mandatário petista chegou ao ponto de afirmar, em tom quase messiânico: “Eu se pudesse ia fazer um decreto, é proibido mentir. Quem mentir vai ser preso. Por que a gente não pode viver subordinado à mentira, à maldade, à intriga”.
A frase, por si só, já beira o autoritarismo retórico, mas ganha contornos ainda mais graves quando parte de alguém que construiu sua trajetória pública convivendo com narrativas seletivas e convenientes.
O problema não está apenas na hipocrisia do discurso, mas na tentativa de transformar um conceito subjetivo, a “verdade”, em instrumento de poder. Quem definiria o que é mentira? O próprio governo? Seus aliados? As instituições aparelhadas? A história recente do Brasil mostra que, quando governantes se arvoram donos da verdade, a democracia costuma pagar um preço alto.
Ao condenar a mentira de forma genérica, Lula parece esquecer que o debate público saudável se sustenta no contraditório, na liberdade de expressão e na fiscalização permanente do poder. Criminalizar discursos sob o pretexto de combater a “intriga” e a “maldade” abre caminho para a censura e para o silenciamento de vozes dissidentes, algo incompatível com qualquer regime que se pretenda democrático.
No fim das contas, o discurso soa menos como um compromisso genuíno com a ética e mais como retórica conveniente. Soa como alguém que acusa nos outros aquilo que se recusa a reconhecer em si mesmo.
Quando um governante com passado controverso decide pregar moralidade absoluta, o mínimo que se espera é coerência. Sem ela, resta apenas a encenação: um mentiroso falando da mentira, como se o espelho estivesse sempre voltado para o outro, nunca para si próprio.
(*) Professor, psicopedagogo, e redator chefe do TMNews do Vale
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