Olá caríssimos,
O desastroso Governo Lula 3 não consegue resolver os graves problemas que atinge a população mais vulnerável da população brasileira e tenta bancar uma de "salvador da Venezuela".
Enquanto Lula dedica tempo e capital político a crises internacionais, com destaque para a situação da Venezuela e o reposicionamento do Brasil no tabuleiro geopolítico, uma realidade dura e visível se impõe nas ruas das cidades brasileiras: o crescimento contínuo da população em situação de rua.
Segundo o portal de notícia Brasil 61, o número de pessoas vivendo nessa condição segue em trajetória ascendente no país. De acordo com levantamento do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (OBPopRua/Polos-UFMG), o Brasil encerrou o ano de 2025 com 365.822 pessoas em situação de rua, contra 327.925 em dezembro de 2024. Trata-se de um aumento expressivo em apenas um ano, que evidencia o agravamento do problema social.
Os dados foram obtidos a partir do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), base oficial utilizada pelo governo federal para orientar políticas públicas e repasses de recursos aos municípios. Ou seja, não se trata de estimativas informais, mas de números reconhecidos pelo próprio Estado brasileiro.
Curiosamente, o único período recente em que houve redução desse contingente foi entre 2020 e 2021, durante a pandemia da covid-19, quando o número de pessoas em situação de rua caiu de 194.824 para 158.191. A partir de 2022, no entanto, o índice voltou a subir e, desde então, o crescimento se mantém constante, revelando que as políticas adotadas no pós-pandemia não foram capazes de conter, muito menos reverter, essa realidade.
Esse cenário expõe uma contradição incômoda: enquanto o governo busca protagonismo internacional, defendendo causas externas e assumindo o papel de mediador regional, falha em oferecer respostas eficazes para um drama social que cresce diante dos olhos da população. A expansão das pessoas em situação de rua não é apenas um dado estatístico; é o retrato da perda de dignidade, da fragilidade das políticas de habitação, emprego e assistência social.
Não se questiona a importância da diplomacia nem a necessidade de atenção à crise venezuelana. O que se questiona é a hierarquia de prioridades. Um governo que se propõe a ser social não pode normalizar barracas improvisadas nas calçadas, famílias inteiras vivendo sob marquises e cidadãos abandonados à própria sorte.
A realidade das ruas brasileiras cobra mais do que discursos e posicionamentos internacionais. Cobra ação concreta, políticas públicas efetivas e, sobretudo, foco no essencial: o povo brasileiro.
(*) Professor e analista político
Não
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