A arte de ignorar a retórica fanática e anacrônica dos Lulopetistas doutrinados

É ter preciso muita resiliência e equilíbrio emocional pra não entrar em discussão com Lulopetistas comunistas
(*) Taciano Medrado

Caríssimos,

Discutir política no Brasil contemporâneo deixou de ser um exercício de troca de ideias para se transformar, em muitos casos, num teste de paciência e sanidade emocional. Quando o debate envolve lulopetistas de viés claramente ideológico, muitas vezes embalados por uma retórica comunista anacrônica,  a conversa tende a descambar rapidamente para o campo da hostilidade, do dogmatismo e da negação da realidade.

O problema central não é discordar. A divergência é saudável e necessária em qualquer democracia. O ponto crítico é a incapacidade de parte desses militantes de aceitar fatos que contrariem a narrativa oficial do “líder infalível” e do partido “salvador da pátria”. Tudo é relativizado, justificado ou maquiado em nome de um projeto de poder que, na prática, já demonstrou seus limites, contradições e fracassos.

Qualquer crítica ao governo Lula é imediatamente rotulada como “fascismo”, “bolsonarismo” ou “ódio à democracia”. Não há espaço para nuances, dados ou argumentos racionais. Escândalos de corrupção são minimizados, crises econômicas são terceirizadas, erros administrativos viram “herança maldita” eterna, e alianças espúrias passam a ser tratadas como “governabilidade”.

É nesse cenário que entra a tal resiliência. Para não cair em provocações vazias, xingamentos ideológicos e discussões circulares, é preciso equilíbrio emocional. O lulopetismo mais radical não debate: milita. Não questiona: repete slogans. Não analisa o presente: vive preso a um passado romantizado que já não responde às demandas do Brasil real.

Talvez o maior exercício de maturidade política hoje seja saber quando falar, e, principalmente, quando se calar. Nem toda discussão merece resposta. Nem todo militante está disposto a ouvir. Em tempos de radicalização, preservar a lucidez e a capacidade crítica é um ato de resistência silenciosa contra o barulho da militância cega.

No fim das contas, discutir com quem não admite a possibilidade de estar errado não é diálogo: é desgaste. E o Brasil, definitivamente, precisa de menos fanatismo e mais razão.

(*) Professor, analista político e psicopedagogo e redator chefe do TMNews do Vale

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