É ter preciso muita resiliência e equilíbrio emocional pra não entrar em discussão com Lulopetistas comunistas
Caríssimos,
Discutir política no Brasil contemporâneo deixou de ser um exercício de troca de ideias para se transformar, em muitos casos, num teste de paciência e sanidade emocional. Quando o debate envolve lulopetistas de viés claramente ideológico, muitas vezes embalados por uma retórica comunista anacrônica, a conversa tende a descambar rapidamente para o campo da hostilidade, do dogmatismo e da negação da realidade.
O problema central não é discordar. A divergência é saudável e necessária em qualquer democracia. O ponto crítico é a incapacidade de parte desses militantes de aceitar fatos que contrariem a narrativa oficial do “líder infalível” e do partido “salvador da pátria”. Tudo é relativizado, justificado ou maquiado em nome de um projeto de poder que, na prática, já demonstrou seus limites, contradições e fracassos.
Qualquer crítica ao governo Lula é imediatamente rotulada como “fascismo”, “bolsonarismo” ou “ódio à democracia”. Não há espaço para nuances, dados ou argumentos racionais. Escândalos de corrupção são minimizados, crises econômicas são terceirizadas, erros administrativos viram “herança maldita” eterna, e alianças espúrias passam a ser tratadas como “governabilidade”.
É nesse cenário que entra a tal resiliência. Para não cair em provocações vazias, xingamentos ideológicos e discussões circulares, é preciso equilíbrio emocional. O lulopetismo mais radical não debate: milita. Não questiona: repete slogans. Não analisa o presente: vive preso a um passado romantizado que já não responde às demandas do Brasil real.
Talvez o maior exercício de maturidade política hoje seja saber quando falar, e, principalmente, quando se calar. Nem toda discussão merece resposta. Nem todo militante está disposto a ouvir. Em tempos de radicalização, preservar a lucidez e a capacidade crítica é um ato de resistência silenciosa contra o barulho da militância cega.
No fim das contas, discutir com quem não admite a possibilidade de estar errado não é diálogo: é desgaste. E o Brasil, definitivamente, precisa de menos fanatismo e mais razão.
Não
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