O desastroso governo Lula 3 atinge recorde histórico da dívida pública ao fechar 2025
Por: Taciano Medrado*
O Brasil encerra 2025 em uma situação econômica preocupante. Sob o governo Lula 3, a dívida pública atinge um patamar histórico, revelando o descontrole fiscal e a falta de uma política econômica responsável capaz de garantir estabilidade e crescimento sustentável ao país.
Dados da Receita Federal indicam que, em outubro de 2025, o endividamento chegou a cerca de R$ 8,5 trilhões, o equivalente a 78,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Já de acordo com o Banco Central, a dívida do setor público consolidado alcançou R$ 9,75 trilhões, números que colocam o Brasil em situação de alerta máximo no cenário econômico.
A dívida pública é o principal termômetro da solvência de um país. Quando cresce de forma acelerada e sem controle, sinaliza perda de credibilidade, aumento do risco fiscal e deterioração do ambiente econômico. É exatamente esse o quadro que se desenha no Brasil, agravado pela manutenção da taxa Selic em níveis elevados e pela evidente incapacidade do governo petista em equilibrar receitas e despesas.
Enquanto o discurso oficial insiste em narrativas de reconstrução e responsabilidade social, a prática revela um Estado inchado, dependente de endividamento e cada vez mais distante do equilíbrio fiscal. O custo dessa política recai sobre a população, na forma de juros altos, inflação persistente, retração do crédito e redução da capacidade de investimento em áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura.
O governo Lula 3 repete uma estratégia já conhecida: apostar que o crescimento econômico compensará o desajuste das contas públicas. No entanto, a própria equipe econômica do governo já admitiu o risco de colapso das contas públicas a partir de 2027, um alerta grave que desmonta o otimismo artificial propagado em discursos oficiais.
Ao fechar 2025 com a maior dívida pública de sua história, o Brasil não apenas registra um recorde negativo, como aprofunda a sensação de um país sem rumo claro na condução econômica. Sem uma mudança urgente de postura, o governo empurra para as próximas gerações o peso de decisões políticas irresponsáveis tomadas no presente.
(*) Professor de Economia, análise financeira e engenharia econômica
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