Olá caríssimos,
Há anos que passam deixando saudade. Outros deixam lições. Mas 2025 insiste em sair de cena deixando feridas abertas, cansaço coletivo e a sensação amarga de que o bom senso foi enterrado antes do calendário acabar.
Foi um ano pesado. Pesado nas decisões políticas, pesado no bolso do cidadão, pesado na alma de quem ainda acredita em justiça, coerência e responsabilidade pública. Um ano em que discursos se multiplicaram, mas atitudes rarearam. Em que narrativas tentaram substituir fatos. Em que a esperança foi usada como slogan, não como prática.
2025 escancarou desigualdades, normalizou incoerências e tratou a indignação popular como ruído de fundo. Quem governa falou em progresso; quem vive a realidade sentiu retrocesso. Quem tem poder celebrou estatísticas; quem não tem continuou contando moedas.
Por isso, não é exagero pedir: que 2025 seja sepultado. Não com honras, nem flores. Que desça à cova profunda da memória como um alerta, um ano que não deve se repetir.
Que sirva de exemplo do que acontece quando a política se afasta do povo, quando a justiça parece seletiva e quando a verdade vira objeto de conveniência.
Enterrar 2025 não é desejar esquecimento. É exigir aprendizado. É dizer que o país merece mais do que promessas recicladas, discursos vazios e decisões que penalizam sempre os mesmos.
Que venha um novo ano, mas que venha diferente. Porque repetir 2025 seria, aí sim, a verdadeira tragédia.
(*) Professor, Psicopedagogo, Engenheiro, administrador, matemático e redator chefe do TMNews do Vale
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